Esporte

Riquelme pede La Bombonera como "casa" da Argentina nas Eliminatórias

27/10/2016 21h15

Buenos Aires, 27 out (EFE).- A seleção da Argentina tradicionalmente manda suas partidas em Buenos Aires no estádio do River Plate, o Monumental de Núñez, e nos últimos anos passou a jogar mais vezes em outras cidades como Rosario, mas para o ex-meia Juan Román Riquelme, ganharia um enorme reforço caso passasse a atuar na mítica La Bombonera, a casa do Boca Juniors.

"A seleção tem que jogar em casa na Bombonera. Desta forma se classificaria muito mais fácil. É o único estádio que se movimenta. Eu joguei em vários lugares, mas aqui é uma coisa rara", afirmou nesta quinta-feira o ex-jogador, de 38 anos, em entrevista à rede de televisão "TyC Sports".

Preocupado com a má campanha da Argentina nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, Riquelme se pronunciou com a autoridade de quem conhece a Bombonera como poucos. Afinal, é um dos grandes ídolos do Boca, pelo qual foi multicampeão jogando por música - como um bom maestro - ao som do estádio que, como os torcedores 'xeneizes' dizem, "não treme, pulsa".

"Quando o público canta, qualquer um sente que a qualquer momento pode marcar um gol", ressaltou.

O técnico da Argentina, Edgardo Bauza, disse na semana passada que seus comandados gostam da Bombonera porque "é um estádio que pressiona muito".

A última vez que a Argentina jogou no estádio pelas Eliminatórias foi em novembro de 1997. Mas o resultado certamente não foi o que Riquelme poderia esperar - um empate em 1 a 1 com a Colômbia. A partida anterior havia acontecido apenas em outubro de 1973, com vitória da 'Albiceleste' por 3 a 1 sobre o Paraguai.

Já em relação ao atual elenco argentino, Riquelme disse que, "quando (Lionel) Messi não está, pode ganhar ou perder de qualquer um".

O ex-jogador também fez um balanço de sua passagem pela seleção e a classificou como positiva.

"Ganhei os Jogos Olímpicos (de Pequim 2008), o que para alguns é pouco, e para outros muito. Mas eu vi Neymar chorar quando ganhou no Rio (o ouro nos Jogos de 2016)", declarou, com ironia.

"Saí da seleção (em março de 2009) porque não concordava em relação a algumas coisas com o técnico (Diego Maradona). Estou muito tranquilo e estive muito seguro. Não fui a uma Copa do Mundo (2010) por essa decisão", explicou.

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