Esporte

Yaya Touré pede desculpas ao City por "mal-entendidos do passado"

04/11/2016 10h47

Londres, 4 nov (EFE).- O marfinense Yaya Touré pediu desculpas ao Manchester City nesta sexta-feira pelo que chamou de "mal-entendidos do passado" e afirmou que quer seguir ajudando o clube inglês a conseguir mais sucesso no futuro.

O espanhol Josep Guardiola, técnico contratado nesta temporada pela equipe, tinha deixado claro que Touré, de 33 anos, não voltaria a jogar se o agente do atleta, Dimitri Seluk, não pedisse perdão por tê-lo criticado por deixar o marfinense de fora da lista de inscritos para a Liga dos Campeões deste ano.

Por meio de um comunicado divulgado em seu site, Touré pediu desculpas em seu nome e em nome das pessoas que o representam.

"Quero pedir perdão, de minha parte e de parte de todos os que me representam, à comissão técnica e a todos os trabalhadores do clube pelos mal-entendidos do passado. Essas declarações não representam minha opinião sobre o clube e as pessoas que trabalham aqui. Tenho muito respeito pelo City e só quero o melhor para o time", afirmou.

"Me sinto extremamente orgulhoso de ter jogado neste clube e quero seguir ajudando o City a conseguir mais sucesso. Vivo para jogar futebol e entreter os torcedores", completou o jogador.

Touré, quatro vezes eleito melhor jogador africano do ano, anotou 75 gols em 267 partidas com a camisa do City desde que chegou ao clube em 2010. O meia foi decisivo nas conquistas do Campeonato Inglês (2011/2012 e 2013/2014), da Copa da Inglaterra (2010/2011) e da Copa da Liga Inglesa (2013/2014 e 2015/2016).

"Quero agradecer os torcedores por todas as mensagens nesses meses tão complicados. Elas significaram muito para mim e minha família", concluiu Touré na carta divulgada hoje.

O agente do jogador, Dimitri Seluk, afirmou em setembro que Guardiola "humilhou" Touré por não tê-lo inscrito na atual edição da Liga dos Campeões. Guardiola, que já tinha comandado o atleta no Barcelona, respondeu que Seluk deveria pedir perdão e, se não o fizesse, o jogador não voltaria mais a atuar pelo clube.

"Como treinador, não posso aceitar isso. Quando seu jogador não joga, você não pode ir à imprensa e falar, falar, falar", disse Guardiola na época do conflito.

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