Esporte

Arena acredita que pode reerguer EUA e ir para Mundial da Rússia

23/11/2016 00h58

Houston (EUA), 22 nov (EFE).- O técnico Bruce Arena afirmou nesta terça-feira que pode tirar a seleção dos Estados Unidos do último lugar do hexagonal final das eliminatórias da Concacaf e classificá-la para o Mundial da Rússia, que seria o seu terceiro no comando da equipe.

"Este retorno significa um enorme desafio em minha carreira, mas sinto que estou pronto para levar a seleção para a disputa do próximo Mundial", afirmou o técnico de 65 anos, durante a teleconferência após a confirmação da sua contratação.

"Temos grandes peças, só é preciso que joguem como equipe. É necessário um pouco de paciência e trabalho", disse.

O presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos, Sunil Gulati, o mesmo que despediu Arena em 2006, anunciou nesta terça a volta do treinador em substituição ao alemão Jurgen Klinsmann, demitido na segunda-feira.

Klinsmann deixou o cargo após as últimas derrotas dos EUA nas eliminatórias, primeiro em casa para o México (2 a 1) e quatro dias depois, a goleada de 4 a 0 sofrida para a Costa Rica.

Gulati negou que a demissão de Klinsmann foi resultado de uma partida ou das duas derrotas no início do hexagonal final da Concacaf.

"Foi o resultado de certas situações que vinham ocorrendo há algum tempo e, como consequência, chegamos a esta difícil decisão", explicou.

Arena disse que não fechará as portas para nenhum jogador, inclusive aos que possuem dupla nacionalidade, uma posição diferente expressada por ele anos atrás, quando Klinsmann ocupava o cargo.

"Chamarei todos os jogadores que sejam elegíveis e que sintam a camisa dos Estados Unidos. Estou bem familiarizado com o talento com que temos, tanto na MLS como no exterior, e vamos tentar construir a melhor equipe possível nos próximos meses".

Em 2013, Arena criticou seu antecessor por convocar para seleção Jermaine Jones e Terrence Boyd, nascidos na Alemanha.

Em sua primeira passagem como técnico dos EUA, Bruce Arena ganhou 71 partidas e levou ao país para as quartas de final da Copa do Japão e Coreia do Sul, em 2002.

Foi demitido após a eliminação na fase de grupos do Mundial da Alemanha, quatro anos depois.

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