Esporte

Thiem diz estar adaptado às condições do Rio e comemora winner de grand-willy

24/02/2017 20h09

Rio de Janeiro, 24 fev (EFE).- Semifinalista do Rio Open pelo segundo ano consecutivo, o austríaco Dominic Thim se disse satisfeito com a própria atuação na vitória sobre o argentino Diego Schwartzman nesta sexta-feira e destacou estar adaptado às condições de jogo na capital fluminense, com calor e umidade alta.

"Eu me senti muito bem dentro de quadra. Acho que agora estou acostumado com as condições aqui no Rio. A partida foi muito difícil no começo, ele me fez um mau primeiro game, me deu uma quebra fácil, mas depois ele teve seis chances para devolver e eu consegui lidar bem com os break points. Mas o primeiro set foi mais apertado do que o placar indica", comentou o oitavo colocado do ranking mundial.

"Houve muitas chances para ele, e fiquei feliz com a maneira como joguei os break points dele. Não cometi erros, consegui ótimos winners durante esses pontos, então acho que foi minha melhor performance aqui no Rio", acrescentou.

Em um jogo de altos e baixos, mas do qual teve o domínio durante todo o tempo, Thiem arrancou aplausos de pé da torcida com um winner de grand-willy durante o segundo set.

"Tentei algumas vezes um grand-willy e foi o primeiro winner 'limpo' que eu consegui. Eu mal pude acreditar porque estava muito longe da linha de base, então provavelmente foi o melhor ponto da minha vida e obviamente eu estou muito feliz", vibrou.

Nas semifinais, o austríaco jogará contra o espanhol Albert Ramos-Viñolas, que também nesta sexta passou pelo argentino Nicolás Kicker em sets diretos.

"Acho que sua superfície favorita é o saibro, e ele está no melhor momento da carreira, com seu melhor ranking, jogando sólido e muito bem aqui. Estou esperando um jogo difícil, mas acho que estou 100% bem fisicamente, então espero jogar meu melhor e tornas as coisas difíceis para ele", elogiou.

Thiem também comentou sobre a possibilidade de que o Rio Open mude do saibro para quadra dura nos próximos anos. Ele destacou que grande parte do circuito é realizado nessa superfície.

"Penso que para o Rio não importa tanto o evento ser aqui (no saibro) ou na quadra dura porque de qualquer jeito vai ficar no Rio. O circuito está ficando mais e mais nas quadras duras, mas não sei bem o que dizer porque a maioria dos grandes torneios são nessas quadras, com exceção de Roland Garros e Wimbledon. Mas se o Rio mudar, a gente vai ter de se acostumar com isso", afirmou.

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