Esporte

Divisão de vagas da Copa e reforma de comissões serão avaliadas em Congresso

10/05/2017 17h51

Redação Central, 10 mai (EFE).- O suíço Gianni Infantino presidirá nesta quinta-feira pela segunda vez um Congresso da Fifa, aspirando por aprovação ampla das confederações continental, que avaliarão a proposta de repartição das vagas na Copa do Mundo de 2026 e as mudanças em comissões, como a de ética.

As alterações dos responsáveis pelas duas câmaras da Comissão de Ética, a de investigação e de resolução, vem gerando muita polêmica, já que os atuais integrantes afirmam que deixarão a entidade sem que centenas de processos estejam concluídos.

O também suíço Cornel Borbély, ainda presidente da Câmara de Investigação, e o alemão Hans Joachim-Eckert, que lidera a de Resolução, falaram abertamente das suas saídas, que consideram algo politicamente definido.

Há cinco anos, quando a Fifa aprovou dar força a comissão de ética e dividí-la em duas câmaras, numerosos processos foram analisados, alguns decididos com suspensões, outros com pedido público de desculpa, como aconteceu com o próprio Infantino, em fevereiro de 2016.

O suíço foi investigado por possível violação do Código de Ética, em processos de contratação e gestão de pessoal, bem como o uso de aviões, mas o caso foi encerrado em agosto deste ano.

Há menos de dois meses, Infantino deu por encerrada a investigação interna que a Fifa abriu em 2015, por casos de corrupção, que mantém grande número de ex-dirigentes à espera de julgamento nos Estados Unidos.

Amanhã, no Centro Internacional de Convenções e Exposições de Manama, no Bahrein, as discrepâncias de afirmações envolvendo Borbély e Eckert serão colocadas na mesa. Além disso, propostas como a nova divisão de vagas em Mundiais serão avaliadas.

A ideia é ter 16 participantes da Uefa, nove da África, oito para a Ásia, seis para a Concacaf, mais seis para a Conmebol, além de uma para a Oceania. Além disso, mais duas seriam definidas em repescagem por seleções de África, Ásia, da Concacaf e Conmebol.

Além disso, a Fifa apresentará os requisitos para a apresentação de candidaturas para a Copa do Mundo de 2026, que só poderão ser de países que fazem parte da Concacaf, Conmebol, da Confederação de Futebol da Oceania ou da Confederação Africana de Futebol.

Até agora, a única proposta apresentada é conjunta, de Estados Unidos, Canadá e México.

Além disso, amanhã serão divulgados dados financeiros e de governança da Fifa, que já tem 76% dos gastos definidos para o ciclo 2015-2018, com projeção de resultado líquido de US$ 100 milhões (R$ 316 milhões) para este período, embora em 2017, a entidade espera fechar no prejuízo.

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