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Infantino diz que Fifa não é "ditadura" e que superou crise de corrupção

Dieu Nalio Chery/AP
Gianni Infantino Imagem: Dieu Nalio Chery/AP

11/05/2017 14h13

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou nesta quinta-feira (11) que a entidade não é uma ditadura, conseguiu superar a crise após o gigantesco escândalo de corrupção envolvendo ex-diretores e rebateu críticas sobre a substituição dos responsáveis pelos órgãos judiciais que estão chegando ao fim de seus mandatos.

"Não acredito que devamos fazer disto uma tragédia, é um processo democrático que deve ser aceito por todos. É uma questão simples: os mandatos de quatro anos estão acabando. As confederações propuseram membros ao Conselho, e o Conselho repassou os nomes ao Congresso. A reputação da Fifa está melhorando. Se há casos abertos, eles continuarão sendo investigados", afirmou o dirigente.

Em entrevista coletiva posterior ao 67º Congresso da Fifa, nesta quinta-feira, em Manama, no Bahrein, Infantino afirmou que está "muito feliz" porque a entidade foi capaz de encontrar os melhores candidatos para os cargos que ficarão vagos em breve.

"Seus nomes, em si próprios, são uma garantia de suas qualidades; Estabelecemos mecanismos de controle necessários para que não ocorram coisas raras na Fifa", frisou Infantino.

"Não haverá corrupção. Não posso excluir que surjam outras coisas do passado, mas o que ocorreu no passado não vai acontecer. A crise acabou", decretou o presidente da entidade.

Perguntado sobre uma possível investigação iniciada pela Fifa sobre a transferência de Paul Pogba da Juventus para o Manchester United, Infantino desmentiu qualquer caso. No entanto, a reunião do conselho marcada para outubro debaterá o procedimento de contratações e o papel dos agentes nas negociações.

O dirigente suíço também desmentiu que a Fifa pagará pela presença de Diego Maradona em eventos da entidade. O ídolo do futebol argentino receberá apenas os custos da viagem ao local desses eventos, assim como ocorre com outros ex-jogadores.

"Nenhuma das lendas recebe salário. Eles vêm porque confiam na Fifa. Provavelmente, no passado, eles recebiam, mas agora eles vêm e se divertem", esclareceu Infantino.

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