Esporte

Garrincha, Sócrates, Heleno e mais 19 "loucos" são retratados em livro

04/06/2017 16h14

Sebastián Meresman.

Buenos Aires, 4 jun (EFE).- Garrincha, Sócrates e Heleno de Freitas são os representantes brasileiros do livro "22 Locos" (22 Loucos, em tradução livre), lançado recentemente na Argentina, que conta a história dos jogadores mais "fascinantes" da história do futebol mundial, por causa do extra-campo.

"Há diferentes tipos de loucos. Há os revolucionários, os autodestrutivos, os depressivos, os egocêntricos, entre outros. São jogadores diferentes do restante, pensam de maneira distinta, vivem de outro modo, como em um mundo próprio", diz Pablo Cheb, um dos autores da obra.

O livro é uma iniciativa dos autores da revista esportiva "Un Cano", que também mantém um popular site sobre futebol. Além de Cheb, assinam a obra lançada no mês passado os jornalistas Alejandro Caravario, Christian Colonna, Damiám Didonato, Mariano Hamilton, Mariano Mancusso e Fabian Mauri.

"A ideia surgiu de uma seção do site que se chama 'Os sete loucos'. Fomos contando um pouco da história de muitos deles. Além disso, são vários os leitores que nos passam informações de algum que joga em país mais distante ou que tenha história curiosa e desconhecida", contou Cheb.

Além de Garrincha, Sócrates e Heleno de Freitas, outro velho conhecido dos brasileiros é Narciso Doval, que fez sucesso com as camisas de Flamengo e Fluminense. Há espaço também para celebridadas do mundo da bola, como Eric Cantona, René Higuita, Giorgio Chinaglia, George Best.

Ainda fazem parte do elenco de "loucos", Brian Clough, Thomas Brolin, Robin Friday, Sasa Curcic, Nobby Stiles, Gigi Meroni, Lars Elstrup, 'El Mágico' González, Ezio Vendrame, José Andrade, Claudio García, Fabián O'Neill, Garrafa Sánchez e Juan Carreño.

"Está na lista Ariel Ortega? Não. Martín Palermo? Não. Marcelo Bielsa? Também não. Deles, foram escritas muitas coisas, além de biografias. Tentamos contar histórias não tão conhecidas", explicou Cheb, falando sobre o público argentino.

O autor conta a maioria dos jogadores retratados acabou "desperdiçando" a carreira no futebol, por causa das atitudes e escolhas que fizeram. No entanto, Cheb lembra que a excentricidade, por assim dizer, está presente em todas as partes do planete.

"Por aí, alguns associam a loucura com os latinos, mas há histórias de jogadores excêntricos em todos os países. Não há mais loucos na América Latina do que na Europa. Cada povo tem seu louco", concluiu.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Mais Esporte

Topo