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Murray admite que deixará de ser o número 1 do ranking mundial em breve

12/07/2017 16h35

Londres 12 jul (EFE).- O britânico Andy Murray se mostrou tranquilo nesta quarta-feira com a possibilidade de deixar de ser no futuro líder do ranking da ATP, o que poderia ter ocorrido nesta semana se, o sérvio Novak Djokovic fosse campeão em Wimbledon.

"Isso acontecerá em algum momento. Não acredito que ninguém tenha estado como número 1 durante toda a carreira", afirmou o jogador escocês, que defende no circuito profissional a bandeira da Grã-Bretanha.

Para Murray, deixar de estar na frente do ranking seria só um sinal de que o desempenho caiu ao longo de 2016.

"Tudo sempre chega ao fim, e não joguei bem o suficiente este ano para merecer estar ali por muito tempo. Se não aconteceu neste torneio, será no final do US Open. Claro que fico feliz em ser o número 1, melhor que o 2 ou 3", disse o tenista.

Hoje, o britânico se despediu de Wimbledon nas quartas de final ao perder para o americano Sam Querrey por 3 sets a 2, com com parciais de 3-6, 6-4, 6-7 (4), 6-1 e 6-1, em duas horas e 42 minutos de partida.

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