Esporte

Nadal admite fazer ajustes para semifinais do US Open, mas descarta "loucura"

06/09/2017 20h14

Nova York, 6 set (EFE).- Classificado para as semifinais do US Open depois de ter batido o russo Andrey Rublev nesta quarta-feira, o espanhol Rafael Nadal admitiu que pode fazer alguns ajustes em sua forma de jogar para a próxima partida, contra o suíço Roger Federer ou o argentino Juan Martín del Potro, mas descartou qualquer mudança mais radical.

"Vamos tentar alguma coisa, mas nenhuma loucura. Tenho que continuar sendo fiel ao meu jogo e, a partir dele, tentar buscar uma solução para ter mais chances. As chances estão aí, mas tenho que jogar muito bem", disse Nadal em entrevista coletiva após vencer Rublev por 3 a 0, com 6-1, 6-2 e 6-2.

Caso Federer se classifique, ele e o espanhol se enfrentarão pela primeira vez o último Grand Slam do ano. Além de uma vaga na decisão, o duelo valeria a liderança do ranking mundial, atualmente nas mãos do 'Touro Miúra'.

"É estranho nunca ter enfrentado Federer aqui, já que jogamos na maioria dos grandes torneios pelo mundo", comentou Nadal, que, ao ser perguntado sobre as virtudes que admira no suíço, cortou o assunto com uma brincadeira.

"Não quero que fique parecendo que sou seu namorado. Não é momento de falar destas coisas antes de uma partida assim", afirmou o espanhol, que admitiu que o atual campeão do Aberto da Austrália e de Wimbledon é "grande embaixador do tênis".

Sobre Del Potro, campeão do US Open em 2009, o primeiro cabeça de chave destacou a força dos golpes de direita e considerou que um bom jogo de fundo de quadra pode não ser suficiente diante do argentino.

"Se for Del Potro, trata-se de um jogador difícil de parar, talvez com o forehand mais rápido do circuito. Para jogar contra ele é preciso ser agressivo, porque se deixá-lo bater de forehand você está morto", analisou.

Nadal afirmou ainda que o resultado em Nova York já é positivo, mas ressaltou que, na maioria das vezes, apenas as campanhas vitoriosas são lembradas.

"Aqui a única coisa que importa é vencer. Estamos falando de um dos torneios mais importantes do mundo, e não conta muito quem você venceu ou não. O que fica para sempre é o título, o restante é momento", salientou.

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