Esporte

Escolhido capitão, Marquinhos alerta que jogo do Chile é muito agressivo

09/10/2017 20h30

São Paulo, 9 out (EFE).- O zagueiro Marquinhos, escolhido por Tite como capitão do Brasil para a partida contra o Chile, disse nesta segunda-feira que o adversário tem um jogo muito agressivo, o que obrigará a seleção a entrar com muita seriedade em campo para apresentar um bom futebol diante da torcida em São Paulo.

"O jogo do Chile é muito agressivo, tem jogadores fortes que buscam a pressão. Temos a nossa estratégia. Sem a bola, a equipe inteira marca. Se eles sabem atacar, vamos saber nos defender", afirmou o jogador do Paris Saint-Germain em entrevista coletiva.

Já classificado, o Brasil recebe o Chile amanhã no Allianz Parque, casa do Palmeiras, pela última rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018.

"Vamos entrar com muita seriedade e dar uma boa resposta na nossa casa. É o melhor que podemos que fazer. Temos que fazer nosso trabalho e depois pensar nos próximos jogos", disse.

Marquinhos também falou sobre ser o capitão do Brasil na partida. Com apenas 23 anos, ele será o 13º jogador a vestir a braçadeira desde que Tite chegou ao comando da seleção, algo que ele considerou como um motivo de "orgulho".

"Desde pequeno uma criança sonha em ser jogador da seleção. Ser capitão é uma honra muito grande. Esse jogo na minha terra natal, com a minha família, vai ser muito especial", afirmou o paulista.

Se o resultado do jogo pouco importa para o Brasil, a partida vale muito para o Chile. A 'Roja' precisa vencer para se classificar diretamente para o Mundial sem precisar de outros resultados. Há também chances de ficar com a vaga em caso de empate, mas os comandados de Juan Antonio Pizzi dependeriam dos outros jogos.

"As eliminatórias são uma competição difícil e duras, estamos vendo o que está ocorrendo com outras seleções", destacou o zagueiro, que citou a França como uma das favoritas à Copa do Mundo por ter uma "geração nova muito forte".

O zagueiro também falou da polêmica no Paris Saint-Germain entre Neymar e o uruguaio Edinson Cavani sobre quem será o batedor de pênaltis da equipe.

"É um conflito normal, há dois jogadores que querem ter essa responsabilidade e tudo foi solucionado da melhor forma. São dois grandes jogadores e se entenderam", ressaltou.

Marquinhos também destacou que a recepção a Neymar foi das melhores no clube francês e que o atacante busca novos objetivos no Paris Saint-Germain.

"Vamos ajudar Neymar a conseguir seus objetivos", concluiu.

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