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Ronaldinho e Figo serão rivais em jogo solidário organizado por ONU e Uefa

AP Photo/Frank Augstein
Ronaldinho Gaúcho posa em frente a um mural com seu rosto em Londres Imagem: AP Photo/Frank Augstein

Do UOL, em São Paulo

12/12/2017 14h13

Genebra, 12 dez (EFE).- Luis Figo e Ronaldinho Gaúcho se enfrentarão no próximo dia 21 de abril em Genebra em uma partida de futebol a favor da paz e dos direitos humanos organizada conjuntamente pelo Escritório das Nações Unidas em Genebra e pela Uefa.

As equipes serão dirigidas pelo italiano Carlo Ancelotti e o francês Didier Deschamps e capitaneadas pelo português e pelo brasileiro, todos eles encarregados de escolher a composição de seus respectivos times nas próximas semanas.

O árbitro escolhido para a ocasião é o italiano Pierluigi Collina.

Em comunicado, a ONU e a Uefa explicaram que o jogo pretende ser "uma expressão de solidariedade e um reconhecimento à importância do esporte na sociedade".

Além disso, seu objetivo é promover a paz, os direitos humanos e o bem-estar no mundo todo através dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas.

Os lucros obtidos ao longo da jornada, que também contará com um jantar beneficente e um leilão digital organizado pela Fundação da Uefa para a Infância, serão destinados a financiar projetos de desenvolvimento humanitário internacional.

Os projetos serão selecionados através de um comitê formado por representantes da Uefa, o Escritório da ONU em Genebra e a Fundação Geneva Stadium.

A partida, que será disputada no Estádio de Genebra, conta com o apoio do cantão de Genebra, do governo da cidade e da Fundação Geneva Stadium.

"Eu me sinto honrado de poder participar deste evento global", disse Luis Figo, que acrescentou que "o esporte mais popular do mundo tem um poder único para unir as pessoas e fazer o bem".

"É genial que possamos devolver algo à sociedade como jogadores. O Jogo para a Solidariedade é uma grande oportunidade para melhorar a consciência pública e arrecadar fundos para projetos humanitários e de desenvolvimento", acrescentou o ex-jogador e atual conselheiro da Uefa.

Por sua parte o diretor-geral das Nações Unidas em Genebra, Michael Møller, opinou que a solidariedade "fundamental para criar um mundo mais justo" e lembrou que "cada indivíduo é parte da solução".

Também em referência ao jogo, o presidente da Uefa, Aleksander Èeferin, garantiu que a instituição está "plenamente comprometida em ser uma organização social" e destacou que "é o nosso dever apoiar iniciativas humanitárias através do futebol".
 

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