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Derrota em clássico coloca asterisco em ano histórico para o Real Madrid

24/12/2017 18h02

Roberto Morales.

Madri, 24 dez (EFE).- O Real Madrid fechou com sabor amargo o melhor anos de sua história, no qual conquistou cinco títulos e realizou feitos inéditos, como vencer tanto a Liga dos Campeões quanto o Mundial de Clubes em duas temporadas seguidas, e ainda faturou o Campeonato Espanhol, a Supercopa Europeia e a Supercopa da Espanha.

A felicidade das cinco conquistas em um ano contrasta com a desilusão de se ver mais longe do chamado "sextete" na temporada. A dura derrota para o Barcelona por 3 a 0 deste sábado, no estádio Santiago Bernabéu, deixou os 'Blancos' a 14 pontos do rival, diferença que jamais foi tirada na busca pelo troféu de 'La Liga'.

O ano de sucesso do Real ganhou forma com 44 vitórias em 63 partidas oficiais, além de dez empates e nove derrotas, as quais causaram dois prejuízos principais. O primeiro foi a eliminação nas quartas de final da Copa do Rei pelo Celta de Vigo, e o segundo, o de ter ficado na vice-liderança de sua chave na 'Champions', o que levou a um confronto com o Paris Saint-Germain já nas oitavas, em fevereiro.

A irregularidade de agora confronta com a grande fase de um Real Madrid marcou gols em todas as partidas da campanha passada e tem como sintoma os quatro jogos em que o time não foi às redes na temporada atual.

Em 2017, o time 'blanco' também bateu alguns recordes, como o de 13 vitórias seguidas em casa, quebrado pelo recém-promovido Girona no dia 29 de outubro. Além disso, marcou ao menos um gol em 73 partidas consecutivas, igualando-se ao Santos de Pelé.

O ano começou com a queda para o Celta com uma derrota por 2 a 1 no Santiago Bernabéu. A virada na eliminatória quase aconteceu no Balaídos, onde houve empate em 2 a 2. O revés, entretanto, serviu para que a equipe enfocasse seus principais objetivos na temporada, o primeiro título do Espanhol em cinco anos e a histórica 12ª taça da Liga dos Campeões.

Em 'La Liga', após ter aberto nove pontos de vantagem no topo, caiu de rendimento, viu o Barcelona reagir e só pôde dar a volta olímpica na última rodada, em La Rosaleda, contra o Málaga. Dias depois, veio a contundente goleada sobre a Juventus por 4 a 1 em Cardiff, pela decisão do torneio continental.

O domínio foi estendido pelo começo da campanha atual, em que o Real faturou a Supercopa Europeia, batendo o Manchester United, e a Supercopa da Espanha, com duas vitórias sobre o Barcelona, que dias antes havia perdido Neymar, agora no Paris Saint-Germain.

Beirar a prefeição obter tantas glórias fez com que o nível de intensidade não fosse mantido no Campeonato Espanhol 2017/2018, do qual praticamente saiu do páreo ao acumular quatro empates e três derrotas em 16 rodadas. Além disso, ficou em segundo no grupo H da Liga dos Campeões, atrás do Tottenham, com o qual empatou em 1 a 1 no Bernabéu e para o qual perdeu por 3 a 1 em Wembley.

A cereja do bolo foi o Mundial de Clubes, em que o time madrilenho obteve o quinto título no ano, o oitavo sob o comando de Zinedine Zidane, que já é o segundo técnico com mais conquistas na história do Real Madrid, empatado com Luis Molowny. Apenas Miguel Muñoz, com 14, está à frente.

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