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Uefa encerra caso de racismo em jogo da Champions sub-19 sem punições

07/03/2018 13h15

Redação Central, 6 mar (EFE).- A Uefa encerrou expediente disciplinar contra o zagueiro russo Leonid Mironov, do Spartak Moscou, por suposta manifestação racista durante jogo da Liga dos Campeões da Europa sub-19, sem punição ao jogador, embora aponte em comunicado que segue empenhada em combater o preconceito.

A Comissão de Controle, Ética e Disciplina da entidade continental entendeu que não houve provas para punir o defensor, por incidente ocorrido em partida disputada no dia 6 de dezembro, no estádio Prenton Park, que teve vitória da equipe inglesa por 2 a 0.

Mironov foi acusado de se dirigir com expressões racistas contra o atacante inglês Rhian Brewster. O russo se defendeu, junto os investigadores do caso, garantindo que não utilizou qualquer linguagem discriminatória.

Dois integrantes do trio de arbitragem, que estavam próximos de onde teriam acontecido as ofensas, também foram ouvidos.

"As punições disciplinares, unicamente, podem ser impostas se há suficientes provas concretas disponíveis. A Uefa encoraja qualquer jogador ou árbitro que possa ser objeto ou testemunha de condutas racistas, que informem isso e permitam o início de investigação", diz nota divulgada pela entidade.

"A Uefa está comprometida a erradicar o racismo do futebol e trata todos os relatos sobre discriminação e atitudes racistas com extrema seriedade", completa o texto da Uefa.

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