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Brasileiro admite expectativa por estar na próxima edição da Volta da Espanha

15/04/2018 17h33

Carlos García

Sabugal (Portugal), 15 abr (EFE).- Nicolas Sessler, único ciclista de estrada profissional do Brasil, admitiu neste domingo, em entrevista à Agência Efe, que vive a expectativa de disputar pela primeira vez na carreira a Volta da Espanha, que terá início no dia 25 de agosto.

O jovem, de 23 anos, integra a equipe Burgos-BH, que foi uma das quatro que receberam convites para integrar a competição, que é uma das três maiores da modalidade, junto com o Tour de France e o Giro d'Italia. Ele, no entanto, ainda não sabe se entrará na lista de inscritos.

"Tenho que lutar ainda pelo meu lugar na Volta da Espanha. Temos gente muito boa, como Jesús Ezquerra, Jordi Simón, Diego Rubio, que têm mais experiência. Eu, como recém-profissionalizado, tenho que mostrar ao longo do ano que mereço meu valor", explicou Sessler, que se define como escalador.

O brasileiro disputou nesta semana o Grande Prêmio Internacional Beiras e Serra de Estrela, ficando na 43ª colocação geral, e em quarto na pontuação de montanha. Antes da última etapa, admitiu que vive momento especial da carreira, com a possibilidade de participar de uma grande competição.

"Se posso estar lá e carregar a bandeira do Brasil, como único do país entre os profissionais, seria um sonho", admitiu o jovem.

Sessler começou a carreira no BMX e deixou o Brasil em 2014, para treinar na Bélgica, em uma equipe da modalidade. Na Europa, no entanto, também passou a praticar o ciclismo de estrada, até o ano passado, quando se mudou para a Espanha.

"Estou, na realidade, há dois anos fazendo estrada, e este é meu primeiro ano como profissional", explica o brasileiro, que no ano passado defendeu a equipe Lizarte.

O integrante da Burgos-BH, inclusive, lamenta o pouco desenvolvimento da modalidade, admitindo, inclusive, o fator econômico como preponderante para o surgimento de poucos atletas.

"Há muitos fãs, há algumas provas, mas o problema é a estrutura. Há uma cultura menor, não é como na Espanha. Além disso, muitas vezes, não há patrocínio. Há a crise, e esses assuntos que sabemos", afirmou o ciclista.

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