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Wenger revela que Arsenal tentou Messi e Cristiano Ronaldo em 2003

17/05/2018 12h53

Londres, 17 mai (EFE).- O técnico francês Arsène Wenger, que está deixando o Arsenal após 22 temporadas, revelou nesta quinta-feira que o argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo poderiam ter jogado juntos nos 'Gunners'.

Wenger, que comandou a sua última partida oficial no clube no domingo, com vitória sobre o Huddersfield, pela rodada final do Campeonato Inglês, afirmou que tentou os dois astros em 2003, mas que Cristiano preferiu ir para o Manchester United e Messi decidiu não deixar o Barcelona.

"O jogador que todo mundo se lembra é Cristiano Ronaldo. Ele esteve aqui com a mãe e o acordo estava muito próximo. Mas o Manchester United chegou, com Carlos Queiroz (português e então auxiliar dos Diabos Vermelhos) ajudando. Jogaram uma partida contra o Sporting, Ronaldo brilhou e então o contrataram", disse o treinador francês, em entrevista ao site oficial do Arsenal.

"Oferecemos 4,5 milhões de libras e estávamos negociando. David (Dean, então vice-presidente do clube de Londres) se reuniu com (o empresário Jorge) Mendes em Paris. Ele representava o Sporting e estivemos muito perto, mas o United ofereceu 12 milhões de libras, algo muito longe do que podíamos dar", acrescentou Wenger.

Na mesma época que o Arsenal tentou a contratação de Cristiano, Wenger se interessou por três jogadores do Barcelona: o argentino Lionel Messi e os espanhóis Cesc Fàbregas, que vestiu a camisa 'gunner' entre 2003 e 2011, e Gerard Piqué.

"Me reuni com os pais de Cesc em um momento no qual estávamos também interessados em Messi e em Piqué. Tentamos trazer os três, mas não tivemos sucesso. Sobretudo por culpa dos agentes", contou o francês de 68 anos.

"O Barcelona não estava interessado em perder Messi e fez a oferta necessária para manter o jogador na Espanha", relembrou.

Anos depois, Cristiano Ronaldo e Messi dominaram o cenário do futebol mundial, conquistando os principais títulos pelos seus clubes e dividindo todos os prêmios de melhor de mundo desde 2008. EFE

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