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Presidente da Conmebol defende novas edições da Copa Intercontinental

Agustin Marcarian/Getty Images
Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, defende novas edições do duelo entre europeus x sul-americanos Imagem: Agustin Marcarian/Getty Images

08/12/2018 18h41

O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, afirmou que uma das lições a serem retiradas pela expectativa para a final da Copa Libertadores acontecer em Madri, é que há espaço para colocar em prática o projeto de reeditar a Copa Intercontinental, que opunha os campeões sul-americano e europeu no fim do ano, no Japão.

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"Aquela partida que se jogava em sede neutra, entre América do Sul e a Europa, é um sonho que eu tenho. Se, eventualmente, já uma oportunidade, é um sonho que é preciso reeditar", disse o paraguaio, em entrevista à Agência Efe, concedida na capital da Espanha.

Para que a competição seja viabilizada, na opinião de Domínguez, ajuda a decisão da Conmebol, apoiada pela Fifa, de que a Copa América seja disputada nas mesmas datas que a Eurocopa, a cada quatro anos.

"O fato de que estaremos no mesmo mês do calendário e no mesmo ano, poderá possibilitar que o campeão da América do Sul venha jogar aqui na Europa e depois jogue na América do Sul, ou um só jogo em campo neutro. Acho que há muitas coisas que é preciso propor, pensar e achar alternativas. Seria como outra Copa do Mundo", afirmou.

Domínguez, além disso, voltou a marcar posição sobre a proposta de 48 seleções participantes na Copa do Mundo de 2022, no Catar, o que permitiria maior número de representantes da Conmebol.

"Na medida em que a América do Sul possa fornecer mais seleções será melhor o nível do futebol. A nossa proposta é que haja mais vagas, porque um bicampeão da Copa América não pode ficar fora da Copa do Mundo por um ponto", disse o paraguaio, se referindo ao Chile, que não conseguiu ir à Rússia.

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