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Time turco de Mari e Paula vence jogo de uniformes iguais e foge do Sollys na semi do Mundial

FIVB/Divulgação
Maiyo, atacante do Kenya Prisons, passa pelo bloqueio de Paula Pequeno, do Fenerbahce; os dois times entraram em quadra nesta quarta-feira com uniformes praticamente idênticos Imagem: FIVB/Divulgação

Do UOL, em São Paulo

2012-10-17T12:15:36

17/10/2012 12h15

Times mais fortes na disputa do Mundial de clubes de Doha (Qatar), Sollys/Nestlé e Fenerbahce só se encontrarão em uma eventual final. A confirmação veio nesta quarta-feira, quando a equipe turca em que jogam Paula Pequeno e Mari fez valer seu favoritismo, venceu o Kenya Prisons por 3 sets a 0 (25-14, 25-17 e 25-11) em apenas 1h03 e avançou às semifinais do torneio no primeiro lugar do grupo B, escapando assim de um encontro com o clube brasileiro já na próxima fase.

O duelo desta manhã contou com uma coincidência muito pouco comum no esporte. As duas equipes entraram em quadra com uniformes praticamente idênticos, com camisetas amarelas e bermudas pretas. A única diferença era no modelo das camisetas, sem mangas para as jogadoras do Fener e com mangas para as atletas do time africano. As líberos também diferiam: uma toda de branco, a outra de azul com detalhes em amarelo.

Mari foi novamente um dos destaques do time turco, tal como havia acontecido na vitória de segunda-feira sobre o Lancheras de Catano. Com 12 bolas viradas, ela foi a segunda maior pontuadora do jogo, atrás apenas da parceira Seda Tokatlioglu, com 13. Paula, que na estreia havia tido desempenho discreto, melhorou bastante contra o Kenya e anotou 8 pontos.

Com o primeiro lugar do grupo B garantido, o Fenerbahce enfrentará o azerbaijano Rabita Baku na semifinal, amanhã, às 11h (horário de Brasília). Antes, às 4h, o Sollys, líder da chave A, terá pela frente o portarriquenho Lancheras de Catano. A final e a disputa de terceiro lugar serão realizadas na sexta-feira.

Campeão mundial em 2010, quando era treinado pelo tricampeão olímpico José Roberto Guimarães, o Fenerbahce busca seu segundo título em Doha. Vice em 2010 e terceiro colocado no ano passado, o Sollys ainda tenta uma conquista inédita, que seria o terceiro troféu brasileiro na competição (os extintos Sadia e Leite Moça venceram em 1991 e 1994, respectivamente).