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FIVB se pronuncia sobre cubanos condenados por estupro: "tolerância zero"

Piotr Hawalej/Getty Images for FIVB
Osmany Santiago Uriarte Mestre é um dos cubanos condenado por estupro Imagem: Piotr Hawalej/Getty Images for FIVB

21/09/2016 16h09

Após ser divulgado na última terça (20) que um tribunal na Finlândia, condenou à prisão cinco cubanos acusados de estuprar uma finlandesa em julho, a Federação Internacional de Vôlei divulgou nota em apoio às autoridades do país e informando que os envolvidos no caso estão suspensos enquanto durar o processo disciplinar sobre o que aconteceu.

“A FIVB reconhece e respeita as decisões tomadas pelo Tribunal na Finlândia em relação aos jogadores de voleibol cubano. A FIVB gostaria de reiterar que tem tolerância zero absoluto em relação a qualquer crime cometido contra outra pessoa por quaisquer jogadores ou funcionários em um evento FIVB”, diz o comunicado.

“A FIVB suspendeu provisoriamente os jogadores após o incidente e o processo disciplinar subsequente está em curso”, continua a entidade. “A FIVB espera que todos os jogadores internacionais reflitam os valores da família do nosso esporte todo o tempo”.

A Federação Internacional ainda informou que não tem a ver com a não participação das seleções cubanas da Liga Mundial de 2017 e nem do Grand Prix. “A decisão sobre a não participação de Cuba na Liga Mundial 2017 e do Grand Prix Mundial foi feita exclusivamente pela Federação de Vôlei de Cuba”, informa a FIVB.

As seleções feminina e masculina de vôlei de Cuba ficaram fora da Liga Mundial e do Grand Prix de 2017. Inicialmente, a imprensa cubana atribuiu a ausência a uma punição em razão do episódio ocorrido na Finlândia.

O incidente ocorreu quando time masculino do país participava de jogos da Liga Mundial na cidade localizada na região central da Finlândia.
O tribunal impôs penas de cinco anos de prisão a Rolando Cepeda Abreu, Abrahan Alfonso Gavilán, Ricardo Norberto Calvo Manzano e Osmany Santiago Uriarte Mestre, e de três anos e meio a Luis Tomas Sosa Sierra.
Além disso, eles terão que pagar uma indenização de 24 mil euros para a vítima.
 

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