Vôlei

Thaisa explica jeito duro nas redes sociais: "não respeitam nossa vida"

Instagram/Reprodução
Micropigmentação feita por Thaisa gerou ofensas que foram respondidas pela jogadora Imagem: Instagram/Reprodução

Leandro Carneiro

Do UOL, em São Paulo

08/10/2016 06h00

A bicampeã olímpica de vôlei Thaisa é sucesso nas redes sociais. São mais de 350 mil seguidores que acompanham sua rotina. São fotos em que mostra suas tatuagens, curte com o marido, o jornalista Guilherme Pallesi, e mostram seu dia a dia. Selfies são o estilo de imagem que mais agrada a jogadora. Junto com a legião de fãs, a atleta também precisa lidar com os "corneteiros" das redes sociais. Pessoas que entram em sua página e a ofendem.

Com eles, Thaisa adota uma postura diferente de muitos famosos e atletas que preferem apenas bloquear ou ignorar as ofensas. Se não gosta do que leu, a central não tem "papas na língua" e responde quando acha necessário. Thaisa explica a razão de adotar este comportamento.

“Elas (pessoas que criticam) acham que têm direito de se intrometer, dar opinião na situação. Não é porque o perfil é aberto que você tem opção de entrar lá e falar besteira. Não é porque é aberto que estou dando liberdade de falar o que quer, o que pensa. Me ofender ou falar monte de besteira e tenho de aceitar. Respondo sim. Elas ainda ficam chateadas quando dou resposta áspera. Engraçado, 'vocês falam o que querem, são grosseiros, acham que podem se intrometer na minha vida pessoal, dando opiniões que não foram pedidas'. E quando dou resposta mais ríspida, acham ruim, como se não tivesse que dar. Você falou, aguarde que pode receber resposta”, falou a atleta ao UOL Esporte.

Nem sempre a reação é adotada por Thaisa. A bicampeã disse que em algumas oportunidades também prefere seguir o caminho mais fácil e bloquear.

“Muitas vezes apago e bloqueio. Mas alguns acho que merecem resposta para se colocar no lugar, as pessoas estão perdendo a noção em ter respeito pela vida da pessoa. Não é porque está aberto para as pessoas, que gostam, seguirem que está aberto para receber críticas e falar besteiras, falar coisas ruins. Momento que quiser opinião, vou pedir, pode ficar tranquilo. Se não colocar, não estou aí para opinião. Se tiver vontade de responder, vou responder”, completou.

Recentemente, Thaisa teve de encarar alguns internautas que resolveram comentar sobre a micropigmentação que a atleta fez nos lábios.

Seleção brasileira

A central também falou sobre seu futuro na seleção brasileira. De acordo com ela, a decisão será tomada em conjunto com seu marido. Mas, isso ficará mais para frente.

"Não parei para pensar nada sobre seleção. Estou focada, muito mais preocupada e focada no time novo, país novo. Quero treinar, quero evoluir, quero poder ajudar bastante esse time. Então, não estou pensando em seleção esse momento. Meu marido está ajudando a tomar essa decisão. Mais para frente, a gente vai conversar sobre isso. A gente conversa muito e ele está me ajudando nisso", falou.

Semana sem dormir

A jogadora ainda comentou como foram os dias após a eliminação para a China na Olimpíada do Rio de Janeiro, nas quartas de final da competição. Segundo a central, ela não ficou apenas uma noite sem dormir.

"Sou jogadora que quando jogo mal, um jogo mesmo ganhando eu não consigo dormir. Perdeu para a China no Grand Prix que não valia muita coisa, perdi meu sono, não consegui dormir, fiquei rolando, perdi noite completa de sono pensando no que podia ter feito. Pode imaginar o que aconteceu perder para China na Olimpíada. Não preciso ficar enumerando. Pensamento ruim, situações horríveis. Foi terrível. Se alguém perdeu o sono, fiquei a semana inteira sem dormir", afirmou.

Vida fora do Brasil

Thaisa vive uma nova fase em sua vida. Pela primeira vez na carreira, a atleta jogará fora do país. O local escolhido foi a Turquia, que sofreu com ataques terroristas recentemente, onde defenderá o Vitra.

"Em momento algum pensei nisso (ataques .terroristas). Quando aconteceram atentados, a gente ficou um pouco assustado, mas aqui não tem nada que seja ameaçador, de deixar assustado, com medo de sair de casa. Muito pelo contrário. Tenho muito mais medo de sair de casa no Brasil do que aqui. Aqui anda de madrugada na rua, não tem problema algum, pelo contrário. Vai em lugar populosos que tem muita gente, por exemplo ponto turístico, lugar que tem muitas pessoas anda com celular na mão, carteira na mão, não tem problema algum. Não vi nada, espero não ver nada. Nunca pensei nisso e que bom que não pensei, estou muito feliz aqui", disse.

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