Vôlei

CBV descarta plano B e espera Bernardinho para acertar renovação

Reprodução/FIVB
Imagem: Reprodução/FIVB

Leandro Carneiro

Do UOL, em São Paulo

24/10/2016 13h06

A seleção brasileira masculina segue aguardando o técnico Bernardinho para o novo ciclo. A indefinição sobre o futuro continua depois da medalha de ouro conquistada nos Jogos Olímpico do Rio de Janeiro neste ano.

Ricardo Trade, CEO da Confederação Brasileira de Vôlei, confirmou - durante o evento de abertura da Superliga 2016/17 - que a entidade tem conversado com o técnico e aguarda uma definição em até 15 dias.

Segundo o dirigente, a CBV não trabalha com um plano B para a vaga do treinador bicampeão olímpico. "Não temos plano B para técnicos da seleção, apenas A, que é Bernardinho e Zé Roberto. Não demos prazo para ele, mas queremos fechar ainda neste ano", completou. "Acho que em 15 dias vamos resolver isso. Vamos deixá-lo pisar no Brasil e conversar com a família dele."

Enquanto não define o futuro, Bernardinho continua seu trabalho com o time feminino do Rexona do Rio de Janeiro. Ele foi quinto colocado no Mundial de clubes, que acabou no último fim de semana nas Filipinas e, por isso, não participou do evento nesta segunda-feira.

Na festa de lançamento da Superliga, Bruninho disse que conversou pouco com o pai sobre o tema, mas afirmou que Bernardinho ainda não sabe o que fazer.

“Conversamos muito pouco sobre isso agora. Ele também não decidiu o futuro dele. Estamos esperando aí. Eu estou focado no clube. Ele ainda está pensando”, afirmou o levantador que garantiu que pretende seguir na seleção.

“Vou com certeza. Nunca tive dúvida que queria continuar na seleção. Preciso estar bem, jogando bem. Minha vontade é essa, jogar e estar na seleção”, finalizou.

Desde o fim da Olimpíada, em que conquistou o ouro, Bernardinho tem deixado no ar a possibilidade de deixar a seleção. O treinador ressaltou que o futuro do time masculino depende do projeto que a CBV teria.

Bruninho, capitão da seleção, chegou a dizer da Olimpíada que preferia que o pai escolhesse ficar ou no clube ou no Brasil para poder aproveitar a vida também, não viver apenas trabalhando.

Segundo Trade, isso pode ser justamente o que gera a dúvida no treinador. “Ele está levando isso em consideração. A dúvida acho que é a família, e se fica com um time ou dois. Ficar com os dois é pesado, a família cobra. Eu conversei com ele antes da viagem. Dei tranquilidade para viajar e cuidar do time no Mundial”, falou.

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