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Brasil passa em primeiro na Liga Mundial e pega os EUA na semifinal

Divulgação/FIVB
Brasileiros comemoram ponto contra os russos na Liga Mundial Imagem: Divulgação/FIVB

Leandro Carneiro

Do UOL, em Curitiba

06/07/2017 17h29Atualizada em 06/07/2017 20h17

O Brasil está na semifinal da Liga Mundial de vôlei e com direito a liderança de sua chave. A vaga até veio com certa tranquilidade, mas russos complicaram a partida na Arena da Baixada, Curitiba, nesta quinta-feira, depois que já estavam eliminados. Foram 3 sets a 2, parciais de 25-18, 18-25, 25-19, 22-25 e 16-14.

Agora, o Brasil terá pela frente os Estados Unidos. Os americanos venceram a seleção brasileira na Olimpíada, mas o elenco dos EUA na Liga Mundial está quase todo renovado.

Com a vaga, o Brasil supera o trauma da última vez que disputou a fase final da Liga Mundial em casa, há dois anos. Naquela ocasião, a seleção ficou ainda na fase de grupos. A equipe tenta agora quebrar o tabu de sete anos sem título da Liga, 24 sem subir no lugar mais alto do pódio em casa.

Saída de rede: Qual Brasil veremos em quadra na semifinal?

Melhor em quadra

Divulgação/FIVB
Imagem: Divulgação/FIVB

Lucarelli foi o mais regular do time brasileiro. Até quando a equipe se perdeu um pouco na partida, ele segurou a onda. O jogador ainda se destacou ao pontuar em todos quesitos no jogo, inclusive um ace ao acertar as costas de um atleta russo.

Set da classificação

O Brasil precisava ganhar só um set para decidir a classificação. E fez questão de fazer isso logo de cara. Com um Wallace atacando com muita eficiência, a vantagem já apareceu no placar de cara, 8-3 marcava na primeira pausa técnica. A tranquilidade seguiu até o fim da parcial e como não poderia ser diferente, foi o oposto quem colocou números finais.

Relaxamento

A pegada do Brasil no primeiro set saiu para a entrada da tranquilidade e relaxamento natural dos jogadores. A seleção ainda precisava ganhar mais um set para ficar na liderança da chave, mas acabou se acomodando e viu a Rússia abrir seis pontos. A troca de Wallace e Bruninho por Renan e Raphael melhorou o time, não suficiente para buscar o placar.

Liderança garantida

O nível de concentração voltou para o terceiro set. Isso somado a erros constantes dos russos em quase todos os fundamentos, o que gerou até um ponto de ataque do levantador Bruninho. Assim, a missão para o Brasil garantir a liderança da chave ficou mais fácil.

Sobrevida

Quando chegou o momento de decidir a partida, o Brasil novamente sofreu um apagão em quadra e viu os russos, mesmo eliminados, complicarem o quarto set. Mais uma vez, Renan dal Zotto rodou o time, quase todos os atletas, exceto Bruninho e Thales, mas não surtiu efeito.

Torcida contagia

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Imagem: Divulgação/FIVB

Na hora do aperto, no set decisivo, a torcida começou a fazer a diferença em quadra, fazendo muito barulho a cada jogada dos brasileiros. Do banco de reservas, Marcelo Fronckowiak, auxiliar técnico do Brasil, pediu ajuda dos fãs.

Clima mais ameno

Quem sofreu com a partida de estreia devido ao frio que fazia dentro da Arena da Baixada não pode reclamar do segundo jogo do Brasil. A temperatura marcava cerca de seis graus mais quente do que no primeiro duelo.

Sistema de desafio

O processo acelerou, mas o sistema continuou apresentado falhas para quem queria ver as dúvidas no telão. Os lances não foram mostrados para o público e para os jogadores.

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