Vôlei

Nada de caretas à la Bernardinho. Renan vira mais um jogador fora de quadra

Divulgação/FIVB
Renan joga com time do lado de fora da quadra Imagem: Divulgação/FIVB

Leandro Carneiro

Do UOL, em São Paulo

06/07/2017 04h00

Foram 16 anos de caretas e broncas que renderam títulos para a seleção brasileira sob o comando de Bernardinho. O começo do trabalho de Renan dal Zotto dá pra perceber uma agitação no treinador, mas um estilo diferente.

Renan sofre de uma maneira diferente de Bernardinho do lado de fora da quadra. Se o ex-treinador fazia várias caretas, o atual comandante joga junto com o time. Desde a recepção até o ataque, Renan parece simular no banco de reservas o que espera de seus atletas a cada jogada.

Quem sofreu com isso na estreia da seleção na fase final da Liga Mundial foi a comissão técnica. Se os presentes na Arena da Baixada sofriam com o frio de menos de 16 graus, segundo a organização da partida, Renan se movimentou tanto que teve calor e tirou o agasalho do primeiro para o segundo set.

“Problema é que quando eu tiro casaco, todos têm de tirar também. Eles falaram: ‘não acredito que vai tirar’. Falei sim. Estava transpirando. Talvez seja uma qualidade minha, uma referência, um estilo. Fico excitado. Realmente, dá vontade de estar vibrando, colocar para cima. Estar mais próximo possível”, falou.

FIVB/Divulgação
Imagem: FIVB/Divulgação

O atual treinador também tem um jeito particular de lidar com os jogadores na hora do tempo técnico. Quando é preciso falar sobre uma jogada específica, ele puxa o jogador no banco de reservas e fala no ouvido do atleta. Wallace foi um dos alvos dessas orientações.

“A vontade é que eles joguem cada vez melhor como se fosse dar combustível a mais para eles. Não consigo me conter. Fico ali tentando apoiar, ajudar e sempre pontualmente, passar uma ou outra informação. É a forma que posso contribuir além dos pedidos de tempo. Estar no ouvido do cara. Muitas vezes a gente do lado de fora está vendo, um saque curto, a gente percebe antes. Estou do lado de fora em uma visão transversal consigo ver a parábola que a bola está fazendo. Grito: ‘é curta, é curta’. Dá um estímulo para o jogador pode ajudar em um momento. Se ajudar uma vez por set, está bom demais”, completou.

Renan volta à quadra nesta quinta-feira, às 15h05 (de Brasília), para enfrentar a Rússia com a seleção brasileira. O jogo decidirá o classificado para a semifinal.

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