Jogadores do Cruzeiro admitem pênalti, mas minimizam 'pecado' no Mineirão

Enrico Bruno

Do UOL, em Belo Horizonte

Faltando menos de 10 minutos para o fim do jogo, o Cruzeiro foi penalizado e levou o gol que deu a igualdade por 1 a 1 na partida contra o Corinthians, nesta tarde de domingo, no Mineirão. No lance que impediu o triunfo contra o líder da tabela dentro de casa, o atacante Kazim cabeceou a bola na mão do zagueiro Murilo. Ainda dentro de campo, os jogadores da Raposa sequer ameaçaram reclamar com a arbitragem. Após o apito final, eles reconheceram o momento infeliz que gerou o empate paulista.

"A equipe estava bem no jogo, mas fazer o quê, né... Vamos para a próxima. A bola bateu, sim, bateu na mão", resumiu o lateral-esquerdo, Diogo Barbosa, responsável pela assistência para Rafinha abrir o marcador, ainda no primeiro tempo.

Seguro durante praticamente toda a partida, o zagueiro Léo caracterizou o gol de empate como um 'pecado', mas minimizou o tropeço dentro de casa e valorizou a capacidade de produção do time diante do líder da tabela.

"Foi um pecado, mas são coisas do futebol. Fizemos uma boa partida, criamos várias oportunidades e tivemos supremacia, mas jogamos contra uma grande equipe. Agora temos que continuar batalhando, o torcedor apoiou, vibrou. Temos uma semana para trabalhar e pensar no próximo jogo", disse.

Autor do gol, Rafinha também reconheceu o pênalti anotado contra o Cruzeiro, mas deixou de lado o empate para elogiar o comportamento dos companheiros quatro dias depois da festa pela conquista da Copa do Brasil.

"Fizemos um grande jogo no meio da semana. Tivemos dias de comemorações e depois de descanso. O Corinthians descansou. Infelizmente fomos penalizados com o pênalti mas a equipe inteira está de parabéns".

 

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