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Diretor é cobrado por atrasos e clima esquenta no vestiário do Fluminense

Lucas Merçon/Fluminense
O experiente Paulo Angioni é o diretor de futebol do Fluminense Imagem: Lucas Merçon/Fluminense

Leo Burlá

Do UOL, no Rio de Janeiro

2018-11-15T12:10:00

15/11/2018 12h10

As pendências extracampo e os resultados dentro das quatro linhas aumentam a temperatura no Fluminense. Após a derrota para o Palmeiras, o diretor de futebol Paulo Angioni foi cobrado por conta dos quatro meses de direitos de imagem e dois de carteira em atraso.

No vestiário do Allianz Parque, o dirigente reuniu o grupo para tentar levantar o astral após mais um tropeço, mas o atacante Marcos Jr. fez a cobrança diante do elenco, o que fez o clima ficar mais quente.

Havia uma expectativa de que parte dos débitos seria quitada antes do jogo em São Paulo, mas os jogadores não viram o dinheiro cair em suas contas. Angioni era o único representante da direção do futebol no vestiário, e coube a ele tentar contornar a insatisfação.

A cúpula do futebol espera conseguir pagar uma parte dos atrasados até a próxima segunda-feira, mas a insatisfação é evidente e tensiona o ambiente em um momento decisivo da temporada.

Após o revés para o líder, o Fluminense tem um jogo-chave na próxima segunda, quando recebe o Ceará, às 20h (de Brasília), no Maracanã.

Ainda que esteja na semifinal da Copa Sul-Americana - perdeu por 2 a 0 a primeira partida para o Atlético-PR -, o Tricolor voltou a se preocupar no Campeonato Brasileiro. Com 41 pontos, o clube corre risco pequeno de rebaixamento e precisa de ao menos uma vitória e um empate nos quatro jogos restantes.

A partida de volta contra o Atlético-PR está marcada para o dia 28 de novembro, às 21h45 (de Brasília), no Maracanã. O Tricolor tentará chegar à final no sonho por um título internacional.

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