Com decisões duvidosas, VAR vira protagonista e causa polêmica em final

Bruno Grossi, Diego Salgado e Luiza Oliveira

Do UOL, em São Paulo

O assistente de vídeo (VAR, na sigla em inglês) virou protagonista da decisão da Copa do Brasil entre Corinthians e Cruzeiro em Itaquera - os mineiros venceram por 2 a 1 e ficaram com o título. O recurso foi usado duas vezes em 15 minutos e causou polêmica. O árbitro Wagner do Nascimento Magalhães marcou pênalti em Ralf e, depois, anulou um gol de Pedrinho.

Com cinco minutos do segundo tempo, quando o Cruzeiro vencia por 1 a 0, a arbitragem paralisou a partida quando Ralf correu na área, se enroscou com Thiago Neves e caiu. Wagner do Nascimento Magalhães, a princípio, ignorou e parou o jogo sem seguida dando falta em Emerson Sheik.

A equipe de vídeo, no entanto, avisou da possibilidade de pênalti e o juiz resolveu conferir no monitor na beira de campo. A penalidade foi confirmada quase dois minutos depois e convertida com categoria por Jadson, diante do gigante Fábio.

O problema é que, minutos mais tarde, o VAR acabou frustrando as esperanças alvinegros. O jovem Pedrinho, acionado na vaga de Jonathas, pegou sobra fora da área e marcou golaço, batendo colocado. Mas Dedé ficara estirado no chão, com dores no rosto. E ao checar o VAR, Wagner do Nascimento Magalhães entendeu que o zagueiro sofreu falta de Jadson no lance anterior e anulou o golaço corintiano.

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