Coadjuvante em prêmio, Griezmann repete "script" de rivais de CR7 e Messi

João Henrique Marques

Do UOL Esporte, em Zurique, na Suíça

Antoine Griezmann teve uma noite discreta na festa da Fifa para eleger o melhor jogador do mundo, na noite de segunda-feira (09), em Zurique, na Suíça. O francês terminou com o terceiro lugar, repetindo o roteiro de outros desafiantes de Messi e Cristiano Ronaldo.

Os dois principais nomes do futebol mundial na atualidade não costumam ser ameaçados no topo da disputa. Nos últimos anos, quem mais se aproximou da dupla foi o goleiro alemão Manuel Neur em 2014. Na ocasião, teve 15,72% dos votos, bem próximo dos 15,76% do segundo lugar Messi. Cristiano Ronaldo foi o vitorioso com 37,66%.

Na votação da temporada 2016, Griezmann acabou com  7,53% dos votos ao prêmio de melhor jogador. O número é semelhante aos 7,86% de Neymar na edição do ano passado.

"Ainda é claro que o concorrente de Cristiano Ronaldo e Messi será o terceiro lugar. O futebol já está viciado neste duelo e a tarefa do Griezmann para se manter nessa situação é ainda mais complicada", disse o jornalista catalão Bruno Alemany, da rádio Cadena Ser.

Na eleição deste ano Griezmann teve a maioria dos votos para primeiro lugar vinda de países com pouca tradição no futebol, como Laos, Mauritania e Lichtenstein.

Já na eleição popular o desempenho do francês foi ruim, com apenas 1.11% dos 25% de peso na disputa. No quesito, Messi foi o ganhador com 6.32% e Cristiano Ronaldo o segundo com 5.38%.

Griezzman teve a chance de disputar o prêmio de melhor do mundo por conta do bom desempenho em dois vice-campeonatos: com o Atletico de Madri na Liga dos Campeões e com a seleção francesa na Eurocopa. 

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