Cristiana Brittes levou celular para conserto 4 dias após morte de Daniel

Karla Torralba e Napoleão de Almeida

Do UOL, em São Paulo

  • Reprodução

    Câmera de segurança mostra casal Brittes em loja de assistência de celular

    Câmera de segurança mostra casal Brittes em loja de assistência de celular

A mulher de Edison Brittes Júnior, o Juninho, Cristiana Brittes levou o próprio celular para a assistência técnica quatro dias após o jogador Daniel Corrêa ser morto. O casal e a filha, Allana Brittes, estão presos acusados do assassinato do atleta. Juninho "Riqueza" assumiu a autoria do crime.

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A assistência técnica escolhida pelo casal para o conserto fica no bairro São Lourenço, em Curitiba. O proprietário do local afirmou ao UOL que Cristiana Brittes deixou o celular na loja alegando que o aparelho estava com um defeito no microfone e no áudio.

Cristiana Brittes levou o aparelho para o conserto no dia 31 de outubro, no final da tarde. Daniel foi morto no dia 27 de outubro.

Segundo o dono da loja, não houve tempo para que o serviço fosse feito porque "era final do dia" e depois de saber que a mulher de Juninho Riqueza era suspeita da morte de Daniel, decidiu levar o celular para a polícia. O proprietário disse não ter mexido no celular e que apenas levou o objeto às autoridades juntamente com a ordem de serviço.

Uma imagem de câmera de segurança da loja mostra o casal Juninho Riqueza e Cristiana Brittes na loja de celular às 17h26 do dia 31 de outubro. Cristiana Brittes foi presa durante a noite do mesmo dia.

Juninho Riqueza, a mulher, a filha e mais três homens estão presos acusados de envolvimento na morte de Daniel: Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, primo de Cristiana, Igor Kyng e David Willian Vollero da Silva.

O delegado que investiga o caso Amadeu Trevisan confirmou que o aparelho de Cristiana já está com a polícia. "O celular foi apreendido. Ele estava consertando. Verificamos que não teve troca de chip. O que temos até agora é que pegamos o depoimento do bom empresário dono da loja. Era um reparo normal no celular. Não abrimos o celular ainda, vamos pedir ordem judicial para isso", explicou Trevisan.

Amadeu Trevisan disse ainda que Allana Brittes não estava com o celular quando foi presa. O delegado também e afirmou que, segundo Edison Brittes, o celular de Daniel Corrêa foi destruído.

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