Corinthians isenta dirigentes e arquiva denúncias de desvio na base

Dassler Marques

Do UOL, em Goiânia

  • Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

    O diretor Eduardo Ferreira (à direita) está entre os absolvidos pelo episódio

    O diretor Eduardo Ferreira (à direita) está entre os absolvidos pelo episódio

O escândalo de desvio de dinheiro nas divisões de base do Corinthians foi arquivado sem punições para os envolvidos. 

Em sessão na quarta-feira, a comissão de ética e disciplina do conselho deliberativo do Corinthians isentou o conselheiro Manoel Ramos Evangelista, o diretor de futebol adjunto Eduardo Ferreira e o diretor de futebol amador José Onofre Souza de responsabilidades. 

O episódio diz respeito às acusações feitas pelo empresário americano Helmut Niki Apaza contra os dirigentes do Corinthians. Ele apresentou conversas de WhatsApp que foram vazadas à imprensa e que indicam o pagamento de 120 mil dólares por direitos econômicos do jogador Alyson Mota e ainda uma carta para representação do clube nos Estados Unidos.

Reprodução

O julgamento foi realizado pelos conselheiros Sérgio Eduardo Mendonça de Alvarenga (presidente e relator da comissão), Daniel Leon Bialski e José Luís Cecílio. Carlos Roberto Elias e Luiz Eduardo da Silva participaram de todo o processo de apuração, mas foram impedidos de participar por já terem atuado como advogados de um dos investigados.

Entre as possibilidades, a comissão poderia votar por advertência, suspensão, desligamento e perda do cargo de conselheiros, mas optou pelo arquivamento por falta de provas concretas. Oito testemunhas foram ouvidas.

Conforme mostrou recentemente o UOL Esporte, o ex-gerente Fábio Barrozo deixou o Corinthians na sequência do episódio, mas foi contratado pelo Tigres do Brasil-RJ, parceiro corintiano, para ser diretor.

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