Brasileiros classificados

Veja a lista dos atletas brasileiros que se classificaram para a Olimpíada de Tóquio em 2020

Pool/AP

Brasil já tem mais de 100 vagas olímpicas após Pan de Lima

O Brasil voltou do Peru, onde disputou os Jogos Pan-Americanos de Lima, com recorde de ouros e total de medalhas na bagagem. A campanha, histórica, recolocou o país no segundo lugar do quadro de medalhas após 56 anos - a última vez que isso aconteceu foi em São Paulo-1963. Mas não foi só isso.

A delegação também conquistou, no Peru, vaga olímpica para nove provas diferentes. Somando a isso as vagas conquistadas em torneios realizados durante o período do Pan (como os pré-olímpicos de vôlei de quadra e o Mundial da classe 470 da vela), o país já garantiu mais de 100 atletas nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

"Para a gente é bastante importante como objetivo alcançado. Alcançar o segundo lugar era um dos objetivos que nós tínhamos traçado. Conseguimos uma evolução em 18 modalidades e aumentamos o número de modalidades que contribuem para o quadro de medalhas. Estamos muito satisfeitos com o segundo lugar no quadro de medalhas e com os resultados", comentou o diretor de Esportes do COB, Jorge Bichara, em entrevista coletiva em Lima - neste Pan, 41 modalidades ganharam medalha, contra 32 em Toronto.

O tom do balanço feito pelo comitê foi de satisfação pelas metas alcançadas, mas também de pés no chão. Bichara e o chefe de missão, o vice-presidente Marco La Porta, deixaram claro que, a partir desta noite, a "chave muda", e o COB passa a pensar em Tóquio.

"Temos completa consciência da realidade do Pan. Alcançamos nossos objetivos aqui. Vamos avaliar tudo que tem que ser feito para chegar a Tóquio em condições de competir em alta performance. Sabemos o degrau em que estamos e as dificuldades que vamos enfrentar para Tóquio", ressaltou Bichara.

Já são 104 vagas conquistadas, incluindo cinco equipes em esportes coletivos (futebol, rúgbi e handebol femininos e vôlei masculino e feminino), equipes das três modalidades de hipismo e em três revezamentos da natação, além de vagas individuais ou em duplas na maratona aquática (Ana Marcela Cunha), no pentatlo feminino (Maria Iêda Guimarães), no tênis de mesa (Hugo Calderano), no tênis (João Menezes) e no tiro com arco (Marcus D'Almeida), além da vela (49er, 49er FX, 470 feminina, Finn, Laser, Nacra).

Abaixo, você saberá quem são os brasileiros já classificados para os Jogos de Tóquio (ou que já obtiveram o índice para a disputa) e quais são os critérios para classificação ainda abertos.

Luis ROBAYO / AFP Luis ROBAYO / AFP

Atletismo

Nas provas de atletismo, cada país pode ter no máximo três atletas por prova - e um reserva. No caso dos revezamentos, só um time por país pode ser inscrito - são permitidos cinco atletas por equipe de revezamento, mas neste total é preciso incluir os atletas do país classificados para prova individual respectiva (no revezamento 4x400m misto, é possível escalar dois reservas, um homem e uma mulher).

Para chegar ao time olímpico, a Iaaf (a federação internacional de atletismo) manteve o sistema de índice único, que deve ser estabelecido entre 1º de janeiro de 2019 e 29 de junho de 2020 - no caso da maratona, o limite é 31 de maio. A novidade é a possibilidade de classificação por ranking mundial, com tempos válidos pelo mesmo período. O limite, neste caso, é o de inscrições total para o esporte: 1900 atletas.

Nos revezamentos, se classificam os oito melhores do Mundial da Iaaf de 2019 e os oito times mais bem colocados no ranking mundial. No Brasil, os atletas abaixo já fizeram o índice em suas provas, mas a CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) ainda não divulgou os critérios de convocação.

Atletas com índice

Washington Alves/COB Washington Alves/COB

Badminton

No badminton, os 34 primeiros colocados no ranking mundial individual se classificam para os Jogos de Tóquio no individual - tirando a quota de dois por país (entre os 16 primeiros). O mesmo vale para as duplas. O ranking se fecha em 30 de abril de 2020.

Basquete

Fiba/Divulgação Fiba/Divulgação

3x3

Em sua estreia olímpica, o basquete 3x3 vai levar oito times no masculino e oito times no feminino para Tóquio. Os três primeiros colocados no ranking da Fiba até 1º de novembro de 2019 garantem vaga automática. Depois, a Fiba realizará dois Pré-Olímpicos, um com 20 times, outro com seis, para definir as outras vagas.

Alexandre Loureiro/COB Alexandre Loureiro/COB

5x5

No basquete tradicional, 12 times disputam cada um dos torneios olímpicos. No masculino, sete times se classificam na Copa do Mundo (que começa em 31 de agosto). As outras vagas serão definidas em um Pré-Olímpico mundial em 2020. Entre as mulheres, o Mundial de 2018 já classificou os EUA. Os outros times passarão pelo Pré-Olímpico, no final deste ano.

Beisebol e Softball

No beisebol, as vagas serão distribuídas pelo Mundial e por Pré-Olímpicos regionais e um Mundial. O Brasil não conseguiu sua classificação para o Pan, que seria seletiva para o Pré-Olímpico das Américas. O sistema é parecido no softball, mas o Brasil está classificado para o Pré-Olímpico das Américas, no fim de agosto.

Cris BOURONCLE/AFP Cris BOURONCLE/AFP

Boxe

Com a Aiba (Associação Internacional de Boxe olímpico) suspensa pelo COI, os classificados para Tóquio-2020 serão conhecidos após cinco Pré-Olímpicos. Os primeiros são continentais, disputados entre janeiro e abril de 2020. O quinto é mundial, em maio, reunindo os melhores atletas que não se classificaram torneios anteriores.

Canoagem

Alexandre Loureiro/COB Alexandre Loureiro/COB

Velocidade

Em Tóquio, com a nova grade de provas, a canoagem terá agora seis provas masculinas e seis femininas (contra 8 masculinas e quatro femininas em 2016). 170 atletas vão se classificar em agosto, no Campeonato Mundial da Hungria. As outras vagas serão distribuídas nos qualificatórios regionais ? o das Américas é o Pan-Americano, em maio de 2020.

Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br

Slalom

Na canoagem slalom, cada país pode inscrever um atleta na canoa e um no caiaque, tanto no masculino, quanto no feminino. A primeira chance de classificação é o Mundial de La Seu d?Urgell, na Espanha, em setembro. São 18 vagas no caiaque, 11 vagas na canoa, em ambos os gêneros. Os torneios continentais também valem uma vaga em cada prova, provavelmente em 2020.

Washington Alves/COB Washington Alves/COB

Caratê

Uma das novidades dos Jogos de Tóquio, o caratê terá a disputa do kumitê (combate) e do kata (exibição). Os quatro primeiros do ranking olímpico em cada categoria e no kata até 6 de abril de 2020 ganham uma vaga. Outras três vagas serão distribuídas em um Pré-Olímpico marcado para Paris, em maio de 2020. As outras vagas serão dadas por representação continental - três vagas, incluindo todas as categorias, virão de países da Confederação Pan-Americana da modalidade.

Ciclismo

  • BMX

    No BMX, as vagas são dadas ao país segundo o ranking olímpico da UCI de 2 de junho de 2020 ? no total, 18 atletas vão se classificar assim. Os três atletas de melhor ranking individual na mesma data e que não se classificaram via ranking de países também carimbam o passaporte. Por fim, o mundial de 2020 distribui as últimas duas vagas.

  • Estrada

    As provas de estada em Tóquio-2020 terão 197 atletas. 122 deles se classificarão pelo ranking de nações da UCI de 22 de outubro de 2019. O Brasil não conseguiu vaga no classificatório regional, em maio.

  • Mountain bike

    Serão 76 atletas no Japão e 30 serão classificados no ranking olímpico de nações da UCI, que fecha em 28 de maio de 2020. Outras quatro vagas por prova saem no Mundial de 2019, no fim de agosto. Além disso, o Campeonato Pan-Americano deste ano distribuiu uma vaga, que ainda pode mudar caso EUA e Canadá conquistem suas vagas via ranking.

  • Pista

    Todas as vagas de pista serão definidas pelo ranking das nações da UCI, que será definido em março de 2020.

Matthias Hangst/Getty Images Matthias Hangst/Getty Images

Esgrima

Para a competição por equipes, a classificação segue o ranking mundial da FIE (Federação Internacional de Esgrima) até abril de 2020 - se classificam os quatro primeiros e os melhores de cada continente. No individual, vão para os Jogos os seis melhores ranqueados das nações que não se classificaram por equipes e os campeões continentais.

Escalada

A estreia da escalada em Olimpíadas terá 40 vagas, 20 em cada gênero. Serão três níveis de eventos classificatórios, no Mundial de agosto, no Japão, no Pré-Olímpico de novembro, na França, e em cinco Pré-Olímpicos regionais - o das Américas está marcado para fevereiro nos EUA.

Pascal Guyot/AFP Pascal Guyot/AFP

Futebol

No feminino (18 atletas), o Brasil já está classificado, após o título da Copa América de 2019. No masculino, a seleção vai disputar o Pré-Olímpico da Conmebol em janeiro de 2020, na Colômbia.

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Ginástica

Lucas Lima / UOL Lucas Lima / UOL

Artística

A classificação olímpica na ginástica depende do Mundial. Para o Brasil, a aposta é ficar entre os nove melhores times ainda sem vaga no Mundial de outubro, na Alemanha. Se os times masculino ou feminino não se classificarem, as vagas individuais podem vir no próprio mundial e pela classificação nas Copas do Mundo até março de 2020.

CRIS BOURONCLE / AFP CRIS BOURONCLE / AFP

Rítmica

Como no trampolim, a classificação por equipes tem três etapas. A primeira foi no Mundial da Bulgária, em 2018, que classificou 3 conjuntos. A segunda será no Mundial de Baku, em setembro, que vale cinco vagas. A terceira, os campeonatos continentais, do ano que vem, que dá vaga para os campeões. No individual, foram 16 vagas no Mundial de 2018 e três vagas serão distribuídas pelo ranking das etapas da Copa do Mundo, que fecha no ano que vem, além dos campeões continentais de 2020.

Trampolim

As vagas da ginástica de trampolim vem pelo Mundial (em novembro, valendo oito vagas), pelos campeonatos continentais (em maio de 2020, valendo quatro vagas) e pelo ranking da Copa do Mundo (para completar as 32 vagas).

AP Photo/Silvia Izquierdo AP Photo/Silvia Izquierdo

Golfe

Os torneios de golfe terão 60 atletas, definidos pelo ranking olímpico da Federação Internacional de Golfe (fechado em 22 de junho de 2020 para os homens e 29 de junho de 2020), com no máximo quatro atletas por país.

Washington Alves/COB Washington Alves/COB

Handebol

A seleção feminina se classificou com o ouro no Pan. O masculino, bronze, pode ficar fora dos Jogos Olímpicos. O time depende de uma combinação de resultados só para se classificar para o Pré-Olímpico Mundial.

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Alexandre Castello Branco/COB Alexandre Castello Branco/COB

Hipismo

O Brasil está classificado nas três modalidades após o excelente desempenho no Pan.

Hóquei sobre a grama

O Brasil não tem mais chance de se classificar.

Guadalupe Pardo/Reuters Guadalupe Pardo/Reuters

Judô

Os 18 melhores do ranking mundial da FIJ até 25 de maio se classificam para os Jogos.

Levantamento de peso

A classificação para os Jogos vem pelo ranking mundial até 30 de abril de 2020.

Ernesto BENAVIDES / AFP Ernesto BENAVIDES / AFP

Lutas

A primeira chance de classificação para os Jogos é no Mundial de Astana, em setembro, que distribui seis vagas em cada categoria. Além disso, serão realizados um Pré-Olímpico Mundial e Pré-Olímpicos regionais no primeiro semestre de 2020.

Nado artístico

A última chance de classificação é o Pré-Olímpico de 2020, em janeiro, que distribuirá três vagas por equipe e sete vagas no dueto.

Alexandre Loureiro/COB Alexandre Loureiro/COB

Natação

Na natação, as vagas para provas individuais vêm por índice, definido pela Fina (Federação Internacional de Natação), que pode ser obtido até 29 de junho de 2020. Existem dois índices: o A, que classifica os dois mais rápidos de cada país. Caso o limite de 878 atletas do esporte não for atingido, os atletas que atingirem o índice B serão convocados até o preenchimento de todas as vagas.

Nos revezamentos, serão inscritos 16 equipes para cada prova - 12 deles já se classificaram pelo Mundial de Gwangju, disputado julho. O Brasil conseguiu vaga nas três provas masculinas.

Vagas garantidas

Atletas com índice

  • Brandonn Almeida

    Tem índice nos 400m medley (04min13s69)

  • Breno Correia

    Tem índice nos 100m livre (48s11) e nos 200m livre (01min46s65)

  • Bruno Fratus

    Tem índice nos 50m livre (21s31)

  • Caio Pumputis

    Tem índice nos 200m peito (02min09s93) e nos 200m medley (01min57s70)

  • Felipe Lima

    Tem índice nos 100m peito (59s56)

  • Fernando Scheffer

    Tem índice nos 200m livre (01min45s83)

  • Guilherme Costa

    Tem índice nos 800m (07min53s01) e nos 1500m (14min59s91)

  • Guilherme Guido

    Tem índice nos 100m costas (52s95)

  • João Gomes Júnior

    Tem índice nos 100m peito (59s25)

  • Léo de Deus

    Tem índice nos 200m borboleta (01min55s70)

  • Leonardo Santos

    Tem índice nos 200m medley (01min58s99)

  • Marcelo Chierighini

    Tem índice nos 100m livre (47s68)

  • Vinícius Lanza

    Tem índice nos 100m borboleta (51s66)

  • Etiene Medeiros

    Tem índice nos 100m costas (01min00s13)

  • Viviane Jungblut

    Tem índice nos 1500m (16min30s00)

Pedro Spajari (48s34), Gabriel Santos (48s53) e Marco Antonio Ferreira Junior (48s57) tem índice A nos 100m livre. Felipe França (59s71) e Caio Pumputis (59s72) tem índice A nos 100m peito.

Jonne Roriz/COB Jonne Roriz/COB

Pentatlo Moderno

O Pan foi uma das 20 classificatórias regionais que distribuiu 20 vagas em Tóquio. Iêda Guimarães levou uma dessas vagas com o quarto lugar em Lima. Ainda restam três vagas no Mundial de Budapeste, em setembro, três vagas no Mundial de 2020, na China, e seis pelo ranking mundial do dia 1º de junho.

CRIS BOURONCLE/AFP CRIS BOURONCLE/AFP

Polo Aquático

No polo, as vagas para a Olimpíada da Liga Mundial, do Mundial de Gwangju e do Pan já tem dono. Ao Brasil resta tentar, no masculino e no feminino, vaga pelo Pré-Olímpico Mundial, no ano que vem.

Reuters Reuters

Remo

A primeira chance de classificação é no Mundial da Áustria, no fim de agosto. Depois, serão realizados Pré-Olímpicos continentais e um Pré-Olímpico Mundial, que vale as últimas duas vagas para os Jogos.

Mike Lee/World Rugby Mike Lee/World Rugby

Rúgbi

O sistema de classificação do rúgbi envolve a World Series (que classifica 4 times), Pré-Olímpicos regionais (a seleção feminina venceu o da América do Sul e garantiu 12 atletas para os Jogos) e um torneio pré-olímpico mundial - é aí que o Brasil tentará se classificar no masculino.

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 Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br

Saltos Ornamentais

Os 12 melhores colocados do Mundial de Gwangju se classificaram para Tóquio-2020. Os campeões do Pan também ficaram com vagas. Ainda restam até 18 vagas na Copa do Mundo de saltos de 2020 e a Fina ainda uma quota de vagas para distribuir aos melhores da Copa do Mundo sem vaga.

Julio Detefon/CBSk Julio Detefon/CBSk

Skate

O skate estreia em Olimpíadas com duas provas: park e street. Serão 20 vagas por prova para cada gênero ? com um limite de três atletas por país. Os três primeiros colocados dos Campeonatos Mundiais se classificam para os Jogos, assim como os 16 primeiros do ranking mundial até o dia 1º de junho.

Pedro Martins/AGIF Pedro Martins/AGIF

Surfe

Os dez primeiros colocados do ranking da WSL vão se classificar para Tóquio, seguindo a cota de dois surfistas por países. Além disso, os seis melhores do Mundial da ISA (Associação Internacional de Surfe) de 2020, cinco convidados (um por continente) e um representante do país sede completam os 20 participantes.

Jonne Roriz/COB Jonne Roriz/COB

Taekwondo

Dois rankings vão colocar atletas nas Olimpíadas de Tóquio no taekwondo: o ranking olímpico (que dará vaga a quase um terço dos atletas), que fecha em dezembro, e a WT Grand Slam Champions Series, que fecha em janeiro de 2020. Depois, os pré-olímpicos regionais vão definir os últimos nomes em Tóquio-2020. Para as Américas, um Pan-Americano no primeiro semestre do ano que vem dará duas vagas por categoria.

REUTERS/Ivan Alvarado REUTERS/Ivan Alvarado

Tênis

O ranking mundial da ATP (masculino) e WTA (feminino) vai classificar a maior parte dos jogadores para os Jogos de Tóquio. Nas chaves individuais, são 56 vagas (quatro por país) para os primeiros colocados, com quatro vagas para cada país. Além disso, classificatórios regionais valem seis vagas - os dois finalistas dos Jogos Pan-Americanos, por exemplo, entram nesse critério.

Nas duplas, os dez primeiros do ranking se classificam, com limite de duas duplas por país. As próximas 24 vagas saem do ranking de duplas por país e da lista de atletas inscritos na chave de simples ainda sem classificação para as duplas. Nas duplas mistas, as vagas são para os inscritos nas outras chaves com maior ranking combinado.

  • João Menezes

    Após o título do Pan, ele agora precisa ficar entre os 200 primeiros do ranking para confirmar a vaga.

    Imagem: Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br
Jonne Roriz/COB Jonne Roriz/COB

Tênis de mesa

A classificação do tênis de mesa é dividida em três partes, equipes, individual e duplas mistas. Entre as equipes, são seis classificatórios regionais com vaga para o campeão - o da América Latina é em outubro, em Lima - mais um Pré-Olímpico mundial em janeiro de 2020.

Nas duplas mistas, são quatro vagas via World Tour Grand Finals de 2020 e cinco via World Tour 2020, além de seis campeões continentais - para o Brasil, será no Latino Americano de Havana, em abril de 2020.

No individual, são oito qualificatórios regionais (um deles é o Pan, que deu vaga para o campeão), um Pré-Olímpico Mundial, em maio, e uma vaga via ranking mundial de 1º de janeiro de 2020.

Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br Pedro Ramos/ rededoesporte.gov.br

Tiro

No tiro, as vagas são distribuídas em uma série de campeonatos do calendário mundial. Esses torneios classificatório começaram em 2018 e terminam só em 2020, com o Campeonato Europeu. Atiradores brasileiros poderiam conquistar suas vagas nas etapas da Copa do Mundo, no Mundial de 2018 e nos Jogos Pan-Americanos - até agora, não veio nenhuma vaga par ao país. A última chance é na Copa do Mundo do Rio, a partir de 26 de agosto, que distribuiu duas vagas em oito provas diferentes. Caso isso não aconteça, os atiradores brasileiros vão depender do ranking mundial, que classifica um atirador para cada prova.

Guadalupe Pardo/Reuters Guadalupe Pardo/Reuters

Tiro com arco

As vagas do tiro com arco são distribuídas via Mundial (o de 2019, disputado em junho) e uma série de qualificatórios regionais. Nas Américas, os Jogos Pan-Americanos valiam vaga para o campeão na competição mista e para os finalistas na competição individual. Para a classificação das equipes, ainda resta o Pré-Olímpico Mundial, marcado para o fim do ano.

Alexandre Loureiro/COB Alexandre Loureiro/COB

Triatlo

O ranking mundial da ITU (a federação internacional de triatlo) até o dia 11 de maio define as vagas individuais para Tóquio-2020. São 26 atletas classificados diretamente, respeitando a cota de três atletas por país - as últimas cinco vagas vão para os próximos da lista de cada organização continental. No revezamento misto, se classificam os 7 primeiros do ranking da ITU e os três primeiros no Pré-Olímpico em maio, no México.

Guillermo Arias / Lima 2019 Guillermo Arias / Lima 2019

Vela

O Mundial da Isaf de 2018 e os Mundiais de classe de 2019 distribuem o maior número de vagas. As outras vem em torneios regionais, como os Jogos Pan-Americanos. As classes brasileiras que ainda não se classificaram têm a última chance nos próximos Campeonatos Sul-Americanos das classes. Como as vagas são para o país, os atletas ainda não estão confirmados.

  • 470 feminina (2 atletas)

    Fernanda Oliveira e Ana Barbachan ficaram em oitavo lugar no Mundial de 2018, conquistando uma das vagas para o país.

    Imagem: Getty Images
  • 49er (2 atletas)

    Marco Grael e Gabriel Borges conquistaram a vaga com o ouro no Pan.

    Imagem: Guillermo Arias / Lima 2019
  • 49erFX (2 atletas)

    Martine Grael e Kahena Kunze ficaram em quarto lugar no Mundial de 2018 e conquistaram a vaga.

    Imagem: Jonne Roriz/COB
  • Finn (1 atleta)

    Jorge Zariff conquistou a vaga na classe Finn com o oitavo lugar no Campeonato Europeu de 2019.

    Imagem: Divulgação/Fred Hoffmann/CBVela
  • Laser (1 atleta)

    João Pedro Herrlein foi 12º no Mundial de 2018 para classificar o Brasil.

    Imagem: REUTERS/Benoit Tessier
  • Nacra 17 (2 atletas)

    Samuel Albrecht e Gabriela Nicolino terminaram o Mundial em quinto lugar.

    Imagem: Clive Mason/Getty Images

Vôlei

Divulgação/FIVB Divulgação/FIVB

Quadra

Os primeiros classificados para as Olimpíadas foram distribuídos em seis Pré-Olímpicos Mundiais, realizados no mesmo período dos Jogos Pan-Americanos. O Brasil conseguiu a classificação no masculino e no feminino. Para os outros países, restam mais seis vagas nos campeonatos regionais.

Wander Roberto/COB Wander Roberto/COB

Praia

Na praia, se classificam os campeões mundiais de 2019, que foi disputado em julho, dois times do Pré-Olímpico Mundial, em setembro, e os campeões regionais ? cada organização define qual dos torneios será pré-olímpico. A principal via de qualificação, porém, é o ranking olímpico, que fecha em 15 de junho de 2020.

Vôlei

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