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Oscar Roberto Godói


No Paulistão, clubes pequenos estão jogando em condição de igualdade

Divulgação/Santos
Cueva, durante jogo entre Santos e Mirassol Imagem: Divulgação/Santos
Oscar Roberto Godói

Jornalista e ex-árbitro, esteve sob a chancela da Fifa de 1993 a 2000.

11/02/2019 14h55

Diferentemente da Copa do Brasil, as arbitragens do Paulistão estão permitindo que os clubes considerados pequenos enfrentem os grandes em condições de igualdade. É muito salutar para o futebol, que os árbitros não façam distinção de camisa forte ou fraca, pequena ou grande, rica ou pobre. Tomara que assim permaneçam durante toda a competição e que os grandes consigam suas classificações sem ajuda de arbitragens.

O pessoal do Mirassol está reclamando por ter sofrido o gol, que decretou a sua derrota para o Santos por 1 a 0, alguns segundos além do tempo acrescido. Alguém está sempre dizendo que: o jogo só termina quando o árbitro apita. Então, com gol ou sem, é preciso ficar atento e jogar até o último segundo. 

O árbitro Douglas Flores não pode ser o culpado pela derrota do time do interior paulista. Ele começa e termina o jogo pelo seu cronômetro, esperando sempre a definição de uma jogada. Claro que, quando o beneficiado é o clube grande a desconfiança ganha outros contornos, provoca comentários e gozações dos adversários. Tudo legal, legítimo. 

Outro grande que se beneficiou no último momento do jogo foi o Corinthians, quando empatou com o São Caetano, marcando seu gol e logo em seguida o jogo foi encerrado com 1 a 1 no placar.

É importante que a comissão técnica e demais integrantes do banco avisem corretamente seus companheiros e subordinados quantos minutos que estão faltando para que o tempo de jogo seja completado. Normalmente ficam acenando e enchendo o árbitro para que o jogo seja encerrado quando ainda faltam minutos preciosos. 

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