O Maracanã, que deve receber a final da Copa do Mundo em 2014, ainda não apresentou um projeto final de reformas para se adequar às exigências da Fifa para o evento. Segundo a
Folha de S. Paulo, a única proposta apresentada, um "plano conceitual", foi reprovado.
Em reportagem publicada nesta quarta-feira, o jornal afirma ainda que os responsáveis pela sede carioca ignoraram dois prazos para melhorias dos projetos, estipulados pelo Comitê Organizador da Copa. O
UOL Esporte procurou a Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer do estado do Rio, responsável pelo estádio, que alega que, como apresentou um plano em janeiro, a cidade não precisaria apresentar novo projeto nas datas seguintes.
O problema do Maracanã foi a mudança de planos do governo estadual. Inicialmente, a reforma do estádio seria feita por uma Parceria Público-Privada (PPP). A gestão de Sérgio Cabral, porém, desistiu e anunciou que vai bancar a obra, com financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
A Emop (Empresa de Obras Públicas) assumiu a tarefa e está preparando um projeto executivo - esse, sim, final. A reforma deve custar R$ 430 milhões e começar em março de 2010.
De acordo com a
Folha, oficialmente o Comitê Organizador Local rejeita atrasos e afirma que todas as sedes estão dentro do cronograma e que as cobranças só começam quando as obras dos estádios começarem.
Leia na Folha (para assinantes) a reportagem completa:
Palco da final da Copa não tem projeto.
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