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À espera de atacante, Mano pondera obsessão pela Libertadores - 27/12/2008 - UOL Esporte - Futebol
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27/12/2008 - 13h23

À espera de atacante, Mano pondera obsessão pela Libertadores

Alexandre Sinato
Em São Paulo
Mano Menezes se diz sempre um otimista, mas nem por isso ele se empolga. Realista, o treinador gaúcho já se acostumou a ser o inimigo da euforia corintiana. É assim que ele lida com os temas mais delicados da realidade alvinegra. Da chegada de reforços à obsessão pela Libertadores no centenário, o discurso é de pura cautela.

O treinador aguarda até dois reforços para o início de 2009. Um deles é o atacante tão falado pela diretoria. Kléber, do Palmeiras, é o nome preferido. Embora seja definido publicamente como um sonho pelos dirigentes, ele encabeça a lista de preferência alvinegra. Brandão, do Shakhtar Donetsk, e Souza, do Panathinaikos, são outras opções.

"Queremos colocar mais um ou dois jogadores no plantel que possam significar essa qualificação que discutimos no final da temporada", avisou Mano, sem citar nomes, mas confirmando que um dos reforços será justamente o atacante que chegará já em boas condições de se tornar titular.

Confiante, o técnico começa a temporada sorridente e satisfeito. Já tem cinco reforços acertados (Ronaldo, Escudero, Túlio, Jorge Henrique e Jean) e em breve ganhará nova opção ofensiva. O que, para ele, torna o elenco do Corinthians capaz de brigar por todos os títulos que disputar em 2009.

"Em relação à qualidade e à característica dos jogadores que fomos buscar estou bastante satisfeito, fizemos o que era preciso. Agora veremos como as coisas andam e se as idéias se confirmam. No futebol, não podemos parar de avaliar nunca", opinou.

Tal condição exaltada por Mano, contudo, não significa que a sonhada vaga na Libertadores de 2010 esteja próxima. Pelo contrário. Ciente da importância que a competição tem para o Corinthians e sua torcida, o treinador trata de, sempre que pode, deixar todos com os pés bem firmes no chão.

"Atingir esse objetivo é importante, assim como ter metas. Mas procuro ser mais realista, pois falta um caminho muito longo a ser percorrido para pensarmos em Libertadores. Primeiro precisamos conquistar a vaga. E antes disputaremos o Paulista, que não tenha nenhuma relação com a Libertadores. Precisamos avançar naturalmente", avisou o comandante gaúcho.

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