1. Água Santa AGS
    Ituano ITU
  2. XV de Piracicaba-SP XVP
    Botafogo-SP BOT
  3. Oeste OES
    Audax-SP AUD
  4. Capivariano CPV
    São Bento SBE

Quarta-feira 30/03/2016 - 19:30

Anisio Haddad, São José do Rio Preto

13ª rodada

1
Linense-SP Linense-SP
  • Zé Antônio
Pós-jogo
1
São Paulo São Paulo
  • Kelvin

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Do UOL, em São Paulo

Muricy Ramalho colocou em campo diante do Corinthians a sexta escalação do São Paulo em seis jogos em 2015. Por um misto de opção tática, preservação de jogadores e oportunidade aos jovens, o treinador são-paulino não repetiu o time na temporada. Nesta quarta, uma equipe surpreendente, com algumas mudanças inéditas para o clássico, não deu certo: o time foi dominado e derrotado sem contestação em Itaquera.

Na estreia, defesa com Toloi e Edson Silva, Thiago Mendes no meio e Kardec e Luis Fabiano no ataque. Depois, Lucão ganhou lugar na defesa, Pato no ataque; Ganso voltou ao meio. No clássico com o Santos, chance para o garoto Ewandro. Contra o Bragantino, última partida, esquema com três zagueiros, estreia de Doria e Centurión, com o garoto Boschilia entre os titulares.

Diante do Corinthians, foram três mudanças inéditas: pela primeira vez no ano, Michel Bastos atuou na lateral esquerda; Doria, que só havia atuado com três zagueiros diante do Bragantino, jogou em uma formação com dois defensores. O meio com Denilson, Souza, Maicon e Ganso também apareceu pela primeira vez em 2015.

As surpresas vieram depois de uma semana repleta de mistérios: enquanto Tite revelou a escalação corintiana na terça, Muricy fechou os treinamentos, e deixou claro desde a semana passada que não revelaria a escalação. A estratégia não deu certo.

Um dos principais destaques do time na temporada, Michel Bastos não repetiu as boas atuações na lateral. Após o jogo, repetiu um discurso adotado já no começo do ano, de que rende mais no meio de campo. "Eu sei jogar, lógico, mas acho que hoje eu posso dar um pouco a mais em outra posição. Hoje o Muricy optou por isso para dar possibilidade a outro jogador, tentei dar meu máximo. A gente sempre quer jogar na nossa função", disse.

Dória também não foi bem, e vacilou em alguns lances. Na saída de campo, se irritou com perguntas sobre seu preparo físico. "Com certeza, estou preparado sim", disse, antes de deixar a zona mista.

O meio até trocou mais passes do que o Corinthians, mas, com dois centroavantes de pouca velocidade, Maicon e Ganso não encontraram espaço para enfiar as bolas. Cássio praticamente não trabalhou no Itaquerão.

Depois da partida, o próprio Muricy Ramalho reconheceu que as mudanças não surtiram efeito. "Quis liberar os dois laterais, os dois atacantes e o Ganso, mas não surtiu efeito. Não teve penetração, não teve jogada de fundo do campo. Para classificarmos na Libertadores, é muito pouco. Só com isso não tem condições".

O São Paulo volta a campo no sábado, diante do Audax, no Morumbi. Possivelmente, terá a sétima escalação da temporada. A missão, agora, é encontrar o time ideal antes de voltar a atuar pela Libertadores, diante do Danubio, na quarta-feira.
 

Fases do jogo

  • Primeiro tempoEdgardo Bauza aboliu o esquema tático com três volantes e voltou ao habitual 4-2-3-1, com Michel Bastos de volta à ponta direita e com Ganso e Daniel como companheiros na linha ofensiva, atrás de Calleri. A primeira boa jogada do jogo foi de Ganso - sempre ele -, que armou de calcanhar e construiu oportunidade que Calleri desperdiçou. Na sequência, o São Paulo apresentou falha grave no sistema defensivo e viu o atacante Thiago Humberto sair em disparada e aparecer na cara de Denis, que fez boa defesa no um contra um e impediu o gol. Foi ainda na primeira etapa que o lateral direito Bruno foi derrubado dentro da área e Michel Bastos perdeu o pênalti ao cobrar no canto direito, rasteiro, na trave.
  • Segundo tempoO São Paulo teve mais domínio da posse na segunda etapa, mas não conseguiu ser incisivo. Com Ganso bem marcado, as jogadas são-paulinas saíram pelas laterais. Foram muitas tentativas de cruzamento, sem sucesso para um pouco inspirado Calleri - que seria substituído por Alan Kardec. A troca de um centroavante por outro não mudou o cenário do jogo e nem a qualidade do fornecimento de bolas à área do Linense. No fim do segundo tempo Zé Antônio acertou de longe chute no ângulo de Denis, que bateu na trave e entrou. No último lance da partida, Kelvin, de carrinho, igualou ao placar após jogada na área.

Destaques

  • Quarto pênalti?O São Paulo teve cinco pênaltis marcados a seu favor em 2016, mas só conseguiu converter um. Foi o segundo erro de Michel Bastos, sendo que Ganso e Calleri também já perderam.
  • Lugano poupadoDiego Lugano foi poupado da partida pelo técnico Edgardo Bauza e deu lugar a Rodrigo Caio, que voltou da boa atuação com a seleção olímpica e atuou nesta quarta-feira ao lado de Maicon.

Melhores

  • PH Ganso, São PauloO São Paulo só funciona quando a bola passa por ele, como em praticamente todos os jogos do time em 2016. Construiu boas jogadas, mas não contou com a reciprocidade dos companheiros.
  • Denis, São PauloFoi decisivo ao impedir o gol de Thiago Humberto no primeiro tempo depois de falha grave da zaga e dos volantes.

Piores

  • Maicon, São PauloJá tinha cometido falha decisiva contra o Santos, e nesta quarta novamente mostrou desempenho negativo. Surpreende depois do bom início no São Paulo.
  • Calleri, São PauloPerdeu gol no primeiro tempo, e depois pouco apareceu. Precisa estar melhor colocado durante as jogadas ofensivas do time.

Melhores notas

  • Linense-SP
  • São Paulo
Avaliação
dos usuários
do Placar UOL
7
8,0
Marcão
5
7,9
Paulo Henrique Ganso
 
1
7,1
Willian Pottker
8
6,5
Maicon

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