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Quinta-feira 14/04/2016 - 21:45

Allianz Parque, São Paulo

6ª rodada

4
Palmeiras Palmeiras
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Pós-jogo
0
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Do UOL, em São Paulo

Muricy Ramalho colocou em campo diante do Corinthians a sexta escalação do São Paulo em seis jogos em 2015. Por um misto de opção tática, preservação de jogadores e oportunidade aos jovens, o treinador são-paulino não repetiu o time na temporada. Nesta quarta, uma equipe surpreendente, com algumas mudanças inéditas para o clássico, não deu certo: o time foi dominado e derrotado sem contestação em Itaquera.

Na estreia, defesa com Toloi e Edson Silva, Thiago Mendes no meio e Kardec e Luis Fabiano no ataque. Depois, Lucão ganhou lugar na defesa, Pato no ataque; Ganso voltou ao meio. No clássico com o Santos, chance para o garoto Ewandro. Contra o Bragantino, última partida, esquema com três zagueiros, estreia de Doria e Centurión, com o garoto Boschilia entre os titulares.

Diante do Corinthians, foram três mudanças inéditas: pela primeira vez no ano, Michel Bastos atuou na lateral esquerda; Doria, que só havia atuado com três zagueiros diante do Bragantino, jogou em uma formação com dois defensores. O meio com Denilson, Souza, Maicon e Ganso também apareceu pela primeira vez em 2015.

As surpresas vieram depois de uma semana repleta de mistérios: enquanto Tite revelou a escalação corintiana na terça, Muricy fechou os treinamentos, e deixou claro desde a semana passada que não revelaria a escalação. A estratégia não deu certo.

Um dos principais destaques do time na temporada, Michel Bastos não repetiu as boas atuações na lateral. Após o jogo, repetiu um discurso adotado já no começo do ano, de que rende mais no meio de campo. "Eu sei jogar, lógico, mas acho que hoje eu posso dar um pouco a mais em outra posição. Hoje o Muricy optou por isso para dar possibilidade a outro jogador, tentei dar meu máximo. A gente sempre quer jogar na nossa função", disse.

Dória também não foi bem, e vacilou em alguns lances. Na saída de campo, se irritou com perguntas sobre seu preparo físico. "Com certeza, estou preparado sim", disse, antes de deixar a zona mista.

O meio até trocou mais passes do que o Corinthians, mas, com dois centroavantes de pouca velocidade, Maicon e Ganso não encontraram espaço para enfiar as bolas. Cássio praticamente não trabalhou no Itaquerão.

Depois da partida, o próprio Muricy Ramalho reconheceu que as mudanças não surtiram efeito. "Quis liberar os dois laterais, os dois atacantes e o Ganso, mas não surtiu efeito. Não teve penetração, não teve jogada de fundo do campo. Para classificarmos na Libertadores, é muito pouco. Só com isso não tem condições".

O São Paulo volta a campo no sábado, diante do Audax, no Morumbi. Possivelmente, terá a sétima escalação da temporada. A missão, agora, é encontrar o time ideal antes de voltar a atuar pela Libertadores, diante do Danubio, na quarta-feira.
 

Como foi o jogo

  • Primeiro tempoO Palmeiras começou o jogo a mil por hora e antes do dois minutos arriscou um chute a gol, com Robinho, que bateu fraco nas mãos do goleiro Pérez. Aos oito, Jean cruzou com perigo e Barrios não conseguiu cabecear em cheio na área. A bola sobrou para Robinho, que acabou desarmado na marca do pênalti. O meia, pouco depois levantou na área e Allione quase alcançou. A resposta do River veio no lance seguinte: o Palmeiras errou na saída de bola e viu Rosso errar a conclusão ao tocar por cima de Prass. Aos 15, Barrios bateu de fora da área e viu o goleiro fazer a defesa no meio do gol. Na sequência, Allione serviu Robinho na área, que conclui mal para fora. O Palmeiras, então, abriu o placar pouco depois. Robinho fez a jogada na meia-lua, Egídio ficou com a bola, invadiu a área e bateu na saída do goleiro. Barrios, aos 30, bateu à queima-roupa na pequena área e parou no arqueiro uruguaio. Em seguida, Allione bateu colocado e mandou rente à trave esquerda. Aos 38, Barrios fez o segundo gol, mas o árbitro marcou falta de Alecsandro na área. Thiago Martins, seis minutos depois, quase balançou a rede depois de cabeçada na área -- Pérez fez boa defesa. Allione, porém, fez 2 a 0 aos 48, depois de receber passe em profundidade de Alecsandro e tocar cruzado para o gol.
  • Segundo tempoA equipe alviverde voltou para a etapa final com menos intensidade, talvez por causa do resultado no Uruguai. O primeiro lance de perigo só ocorreu aos 11 minutos, em chute de longe de Barrios. Em seguida, Vitor Hugo cabeceou com perigo após cobrança de escanteio e mandou por cima do gol. Aos 16, o River assustou o Palmeiras em jogada área, com Flores -- a bola, porém, saiu pela linha de fundo.No lance seguinte, Cleiton Xavier chutou de longe nas mãos do goleiro. Aos 19, Erik concluiu na pequena área e viu Pérez fazer boa defesa. O atacante, pouco depois, concluiu na frente do arqueiro e chutou para fora. Aos 25, Allione marcou o terceiro, logo após o Rosario fazer 2 a 0 em Montevidéu -- o meia argentino completou cruzamento por baixo na pequena área. Dez minutos depois, Alecsandro foi derrubado na área e marcou o quarto de pênalti.

Destaques

  • Cleiton Xavier, o retornoO meia voltou aos gramados depois de 239 dias. O camisa 10 perdeu 48 jogos seguidos do Palmeiras. Último jogo do camisa 10 foi disputado no dia 19 de agosto, contra o Cruzeiro, no Allianz Parque.
  • Marca negativaCom os resultados, o Palmeiras voltou a ser eliminado na primeira fase da Libertadores depois de 37 anos, desde 1979 -- desde então, o time conseguiu ir às oitavas em nove edições.
  • Gramado longe dos 100%O Palmeiras voltou a atuar no Allianz Parque depois de 37 dias e encontrou um gramado longe das condições ideais. A arena alviverde, nesse período, recebeu três grandes shows musicais.

Melhores

  • Alecsandro, PalmeirasNo primeiro tempo, o atacante destacou-se pela entrega em campo e pelo belo passe para Allione fazer o segundo gol palmeirense. Na etapa final, marcou um gol de pênalti.

Piores

  • Robinho, PalmeirasO meia conseguiu dar a assistência para o gol de Egídio, mas pouco fez no restante do jogo. O camisa 27 não deu velocidade ao meio-campo alviverde e acabou substituído por Cleiton Xavier no segundo tempo.

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